A música paraense foi a estrela da noite deste sábado (28), no Parque da Cidade, em Belém. No Pavilhão Gastronômico, o público viveu uma “Noite Paraense”, embalada por grandes sucessos da música local. A atração foi a banda Voo Livre, que subiu ao palco com um repertório eclético, repleto de clássicos e sucessos conhecidos do público.
Com mais de duas décadas de trajetória, o grupo apostou na interação com o público como marca da apresentação. A vocalista Tati Rodrigues destacou a importância de ocupar espaços públicos com a produção paraense. “É uma sensação maravilhosa trazer o nosso ritmo para este local, para entreter o público. A banda Voo Livre é isso”, afirmou.
Ela reforçou a relevância da iniciativa. “É fundamental abrir as portas para diversos artistas, pois há muitos talentos aqui. Precisamos fazer isso, oferecer oportunidades a todos”, enfatizou Tati, ressaltando o uso do espaço para impulsionar artistas e a cultura do Estado.
O evento também atraiu centenas de pessoas, que aproveitaram para conhecer ou revisitar o Parque da Cidade. O vigilante Jairo Amaral, que atualmente mora em Curitiba, no Paraná, e passa férias em Belém, incluiu o passeio no roteiro após ver a programação nas redes sociais.
“Estou redescobrindo minha cidade, e aproveitando. Gostei bastante do local”, afirmou. Para ele, “a programação é excelente, assim como o polo gastronômico. É uma ótima opção de lazer”.
Geração de renda- Para os empreendedores que atuam no espaço, a movimentação também reflete diretamente nas vendas. O gerente de um dos estabelecimentos do pavilhão, Paulo Neto, destacou os impactos positivos das atividades culturais no Parque da Cidade.
“Com certeza, essas iniciativas ajudam bastante. Elas trazem as pessoas para cá e oferecem um motivo para que permaneçam no Parque, principalmente aos finais de semana. Isso movimenta o local e contribui para o aumento do faturamento”, explicou.
Segundo ele, o maior fluxo de visitantes nos dias de programação acaba beneficiando os estabelecimentos do pavilhão. “O público que vem aqui acaba consumindo nossos produtos e serviços”, completou Paulo.
Texto: Maycon Marte - Ascom/Secult