

Ministério da Saúde realiza neste sábado (9) o Dia D de Vacinação contra a Gripe. A ação ocorre de forma simultânea em todas as regiões do país, com exceção da região Norte que, por particularidades climáticas, terá o início da vacinação apenas no segundo semestre deste ano, quando a circulação viral e a transmissão da gripe são mais frequentes. O objetivo é alertar e estimular as pessoas sobre a importância de se protegeram contra a doença.
A meta do governo federal é vacinar 90% do público-alvo no país, estimado em 81,6 milhões de pessoas.
Para a mobilização, o ministério promoveu hoje (9) ação especial, na capital paulista, que contou com a participação do secretário executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, da secretária de Informação e Saúde Digital, Ana Estela Haddad, e do Zé Gotinha. O evento teve lugar na Unidade Básica de Saúde (UBS) Nossa Senhora do Brasil, na Bela Vista, na região central de São Paulo.
“Hoje é o dia D da vacinação contra a gripe. Sabemos que alguns quadros graves estão evoluindo com complicações e, então, temos hoje a vacinação em todo o Brasil de grupos prioritários, entre eles, pessoas com mais de 60 anos, gestantes, puérperas, crianças de 0 a 6 anos, população indígena e população em situação de rua”, disse Ana Estela Haddad, em entrevista à Agência Brasil . “Vacina é vida. A vacina previne doenças”, afirmou.
Só no estado de São Paulo foram distribuídas 11,6 milhões de doses e a expectativa é de imunizar até 19,3 milhões de pessoas.
“Essa é uma ação importantíssima. Conseguimos, nos últimos três anos, subir os indicadores, que estavam abaixo de 70%, já passamos de 90%. Então, acho que essa é a principal ação, conseguir conscientizar da necessidade da vacinação”, disse Maurício Serpa, secretário adjunto da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo.
Segundo o secretário, o país entra agora em um período sazonal, vem o inverno, e a influenza é um problema que atinge principalmente crianças e idosos, e a vacina vai impedir o agravamento.
A vacina contra a gripe foi produzida pelo Instituto Butantan e contém as cepas do vírus influenza A/Victoria (H1N1), A/Croácia (H3N2) e B/Áustria (linhagem Victoria), que são as mais incidentes no Hemisfério Sul neste ano. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina contra a gripe é capaz de evitar entre 60% e 70% dos casos graves e óbitos.
Para a vacinação de 2025, a pasta adquiriu 73, 6 milhões de doses. No primeiro semestre, está prevista a distribuição de 67,6 milhões doses para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. No segundo semestre, serão distribuídas 5,9 milhões de doses na Região Norte.
A expectativa da campanha, que teve início no dia 7 de abril, é vacinar mais de 32 milhões de idosos, 15 milhões de crianças e 1,6 milhão de gestantes. Mas a vacinação também inclui outros grupos prioritários como puérperas, pessoas com doenças crônicas, indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores de saúde e da educação; profissionais das forças de segurança e salvamento; profissionais das Forças Armadas; pessoas com deficiência permanente; caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo; trabalhadores portuários; trabalhadores dos correios e a população e os funcionários do sistema prisional.
A vacinação é gratuita e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país.
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