

Em clima de fé, acolhimento e gratidão, o Hospital Ophir Loyola (HOL) celebrou, nesta sexta-feira (9) e sábado (10), o Dia das Mães com uma programação especial voltada a pacientes, acompanhantes, servidoras e voluntários. Referência no tratamento oncológico no Pará, a unidade promoveu ações de cuidado e valorização, que uniram espiritualidade, beleza e emoção para homenagear cerca de 200 mães que enfrentam, com coragem e esperança, os desafios da jornada contra o câncer.
A programação iniciou ainda nas primeiras horas da manhã com a apresentação musical do cantor Alexandre Brito e do pianista Wellington Machado, discentes em licenciatura e música da Universidade Estadual do Pará (Uepa). Em seguida, foi celebrada uma missa pelo padre Filipe Costa, da Comunidade Semente do Verbo - Igreja do Carmo, no Auditório Luiz Geolás, acompanhada da Imagem Peregrina da Guarda de Nazaré. O Coral do Ministério Público também também emocionou o público.
“Eu sou grata a Deus, a Nossa Senhora, por ser Mãe. Eu sou mãe, tenho uma filha maravilhosa, nota mil. Hoje é um dia abençoado, porque estou aqui, nesse hospital que é como uma segunda casa. Aqui eu me sinto bem, sou bem recebida por todos. Já fiz muita quimioterapia, mas só posso dizer que sou uma pessoa feliz e confiante. Só gratidão”, disse a paciente Maria Rita, 65 anos, que faz acompanhamento em razão de um câncer de mama.
Além do momento religioso, as mães puderam aproveitar uma ação de beleza promovida pelos Amigos Voluntários do Pará (AVP) e Rede Solidariedade. O espaço ofereceu serviços de estética, corte de cabelo, higienização facial, podologia, maquiagem e design de sobrancelhas, promovendo não só a autoestima, mas também momentos de leveza em meio à rotina de tratamento.
Durante discurso, o diretor administrativo do hospital, Yan Serrão, destacou a importância da data. “Hoje é um dia de reconhecimento às nossas pacientes e colaboradoras que são mães, mulheres guerreiras que enfrentam com coragem os desafios da vida e do tratamento. E nada melhor do que uma missa e a presença da ‘nossa Mãe’ nesta casa que precisa tanto de Deus para cuidar dos nossos pacientes, das mães que estão em tratamento. A homenagem é para elas, que são exemplo de força e esperança”, disse o gestor.
Outra paciente, Raimunda Bentes, 68 anos, também em tratamento contra o câncer de mama, falou sobre o valor das homenagens para o bem-estar dos usuários. “Essa movimentação é maravilhosa. Faz bem para nossa autoestima encontrar as colegas, conversar. É emocionante. Nesses dois anos, enfrentei muitas coisas, inclusive a perda do meu esposo. Mas sigo firme. Sou mãe adotiva do Walison, que criei desde bebê. Ele tem 9 anos e é minha razão de viver e o estímulo para lutar pela vida”, contou.
Neste sábado (10), ocorreu a entrega de brindes para pacientes e acompanhantes que passarão a data festiva na instituição de saúde. “Sabemos que muitas dessas mães gostariam de estar em casa celebrando com suas famílias. Por isso, buscamos oferecer um gesto de carinho e reconhecimento, mostrando que elas não estão sozinhas nesse momento. Nosso compromisso é cuidar com empatia e respeito”, afirmou o diretor-geral, Heraldo Pedreira.
Michelle Azevedo, coordenadora de Humanização do hospital, reforçou a importância da ação no contexto do cuidado humanizado. “A gente sabe que o tratamento oncológico é desafiador, por isso buscamos sempre proporcionar momentos como esse, que acolhem, fortalecem e sustentam a relação de confiança entre os gestores, trabalhadores e usuários na produção de saúde com sua rede socioafetiva. Cuidar da saúde emocional também é fundamental no processo de cura. Essa é a missão da humanização: tratar com afeto e empatia”, disse.
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