

A Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou no começo da tarde desta terça-feira (24) o projeto de lei nº 1742/2025, do Executivo, que define as diretrizes orçamentárias para o exercício financeiro de 2026, conhecido como LDO. O texto ainda precisa ser analisado em dois turnos pelos distritais em Plenário. Somente após a aprovação da LDO 2026, a Câmara poderá iniciar o recesso parlamentar de julho.
Segundo as projeções apresentadas pelo Executivo, o DF deverá contar com um Orçamento de 71,70 bilhões em 2026. Deste montante, R$ 27,75 bilhões devem vir do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), sendo R$ 12,72 bilhões destinados à segurança pública, R$ 9 bilhões dirigidos à saúde e R$ 6,02 bilhões para a educação.
Os valores apresentados indicam uma correção de 10,67% no aporte anual de recursos do FCDF para 2026.
Já a receita própria do DF para 2026 foi estimada em R$ 43,95 bilhões.
O presidente da CEOF e relator do projeto, deputado Eduardo Pedrosa (União), informou que foram analisadas 189 emendas à proposta. Deste total, cinco emendas foram rejeitadas e muitas outras foram condensadas ou prejudicadas por já estarem contempladas. Na parte relativa a despesas de pessoal, as emendas incorporadas ao texto representam um acréscimo de R$ 5,37 bilhões à previsão original, de acordo com o relatório aprovado na CEOF.
A aprovação da LDO é a peça fundamental que orienta a elaboração do Orçamento para 2026. A LDO estabelece as metas fiscais, o equilíbrio entre receitas e despesas, critérios de empenho, normas de controle de custos e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e privadas.
Luís Cláudio Alves - Agência CLDF
São Paulo Previsão do tempo para domingo (09), em SP: pancadas de chuva moderadas a fortes
São Paulo Estado de São Paulo confirma caso de gripe aviária em marreco no Parque Ibirapuera, na Zona Sul da capital
Geral Pais estão menos presentes na criação de filhos, aponta estudo Mín. 18° Máx. 29°





