
Está sendo lançado em Curitiba o novo livro da jornalista, cientista cultural e escritora Adriana Sydor. Denominado “O que tem no fundo do rio”, o trabalho levanta questões sobre mudanças, memória, deslocamentos e perdas. O livro leva o leitor para uma viagem ao outro lado do Atlântico, para dentro do cotidiano de uma curitibana na terra de Fernando Pessoa, dos doces, vinhos e fados.
Epifanias do cotidiano
A escrita de Sydor é marcada por uma prosa sensorial, que tateia a solidão, o deslocamento e as pequenas epifanias do cotidiano. Em sua narrativa há o peso da mudança – de casa, de país, de fase da vida –, mas também o alumbramento diante dos detalhes mais sutis. O tempo e a memória são temas recorrentes, assim como a relação entre palavra e identidade, o ato de escrever como forma de sobrevivência e reinvenção.
Nas crônicas de “O que tem no fundo do rio”, Adriana constrói um mosaico de imagens que convidam o leitor a olhar para o que está por baixo da superfície – do rio, da escrita, da existência.
A autora
Adriana Sydor já publicou seis livros entre poesia e crônica (como O amor e outros sufocos, Sete confissões capitais e MPB para crianças), além de roteiros, letras, peças e prefácios. Doutoranda em Ciências da Cultura, atua também como editora, curadora de projetos artísticos e professora de escrita criativa.
Mais informações sobre a aquisição do livro podem ser obtidas no blog da escritora (milcompassos.com.br) ou pelo Instagram @adrianasydor.
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