

Médicos veterinários visitaram propriedades rurais e orientaram produtores sobre prevenção da influenza aviária. Foto: Departamento Regional de Criciúma/Cidasc
A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) concluiu as ações de vigilância e educação sanitária no município de Meleiro, no Extremo Sul catarinense, após o encerramento do foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência, registrado na localidade. O foco foi oficialmente encerrado na sexta-feira, 11, mas o monitoramento com as equipes da Cidasc se estendeu durante o fim de semana, reforçando o compromisso com a proteção da avicultura catarinense.
Médicos veterinários da companhia visitaram todas as granjas comerciais situadas num raio de 3 quilômetros do foco, conforme determinação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), para verificar eventuais sinais clínicos da doença nas aves. A atuação foi além do protocolo oficial: granjas e propriedades com aves de subsistência também foram vistoriadas, numa ação conjunta com o Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa).
“O foco foi debelado e a Cidasc, que tem recebido do Governo do Estado todas as condições para respaldar a sanidade agropecuária, com o apoio do governador Jorginho Mello, além de executar o protocolo com precisão, está fazendo mais do que as normas exigem, verificando inclusive as propriedades apenas com aves de fundo de quintal, reforçando com os produtores, as sempre fundamentais medidas de biosseguridade”, destaca a presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos.



Desde que o primeiro caso de IAAP foi registrado na América do Sul, antes mesmo da confirmação da presença do vírus em aves silvestres no Brasil, a Cidasc tem desenvolvido ações educativas voltadas a produtores rurais, população e até turistas. O objetivo é reforçar os cuidados com a biosseguridade e manter Santa Catarina livre da Influenza Aviária de alta Patogenicidade em estabelecimentos comerciais – uma meta que vem sendo cumprida com êxito graças ao esforço coletivo de toda a cadeia produtiva e com o apoio da sociedade.
“Santa Catarina se destaca pela seriedade com que trata a defesa agropecuária. A atuação rápida da Cidasc demonstra nosso compromisso com a sanidade animal e com a segurança da cadeia produtiva. A vigilância é permanente pela proteção da nossa avicultura,” afirma o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini.

O consumo de carne de aves e ovos provenientes de estabelecimentos inspecionados é seguro. A agroindústria registrada em serviços de inspeção sanitária cumpre rigorosos protocolos, incluindo a comprovação da origem da matéria-prima utilizada. Essa recomendação também se aplica a todos os produtos de origem animal.
A Cidasc reforça a importância da colaboração da cadeia produtiva e da população na notificação precoce em caso de aves de qualquer espécie apresentando sinais clínicos de influenza aviária (sinais respiratórios ou neurológicos, tais como dificuldade respiratória, secreção ocular, andar cambaleante, torcicolo ou girando em seu próprio eixo, ou mortalidade alta e súbita). Casos suspeitos devem ser informados por meio do e-Sisbravet, ou ainda, diretamente em um escritório local da Cidasc, contatos disponíveis no site cidasc.sc.gov.br/estrutura-organizacional ou pelo telefone 0800 643 9300, permitindo atuação rápida e eficaz das equipes de defesa sanitária animal.
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