

Adquirir um imóvel nos Estados Unidos continua sendo uma opção acessível e popular entre brasileiros, mas exige preparação documental e planejamento financeiro. Entre os documentos essenciais estão: passaporte válido, visto (mesmo o de turismo), ITIN (identificação fiscal americana), comprovante de residência e renda — elementos que podem dificultar o acesso ao crédito imobiliário sem assessoria especializada.
Além dos documentos pessoais, é necessário considerar as regras do Banco Central. Remessas para compra de imóvel devem seguir as normas cambiais brasileiras, sendo permitida a utilização de modalidades específicas para “aluguel ou compra de imóvel”, com declaração transparente da remessa e observância do IOF, que atualmente é de 0,38%.
“O processo esbarra justamente na burocracia entre os países. Mesmo sendo permitido, requer cuidado com remessas, prazos de câmbio e comprovação documental para evitar contratempos”, afirma Luis Campos, especialista no atendimento a brasileiros investindo na Flórida.
A sequência ideal inclui: definição do objetivo (morar ou investir), escolha da região, alinhamento prévio com episcopação financeira, proposta por meio de um realtor credenciado, due diligence técnica e legal, e, por fim, fechamento da compra (closing). Consultoria adequada ajuda também a avaliar custos agregados — taxas de cartório, IPTU local (Property Tax) e eventuais tributos sobre renda e ganho de capital, caso ocorra venda futura.
Ressalta-se que brasileiros podem adquirir imóveis nos EUA mesmo sem visto permanente. Porém, a ausência de green card limita opções de financiamento junto a bancos americanos, elevando a necessidade de planejamento cambial.
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