

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e da Escola de Saúde Pública (ESP-SE), promoveu nesta segunda-feira, 15, uma capacitação sobre o Sistema de Informação da Esquistossomose (SISPCE). A iniciativa visa contribuir para a redução da morbimortalidade em áreas endêmicas por meio do diagnóstico oportuno e do tratamento adequado.
O encontro reuniu coordenadores da vigilância epidemiológica e digitadores dos 25 municípios, dos 51 que são endêmicos para esquistossomose no estado, com o objetivo de fortalecer a integração dos serviços e garantir informações qualificadas que possam embasar políticas públicas voltadas ao controle da doença.
A gerente do Núcleo de Endemias da SES, Sidney Sá, destacou a importância do treinamento para ampliar a eficiência do sistema. “Estamos reunindo representantes dos municípios endêmicos para capacitá-los quanto ao uso do SISPCE, que registra todas as atividades desenvolvidas no território, desde a busca ativa de pacientes até os atendimentos nas unidades de saúde. Além de justificar o consumo das medicações junto ao Ministério da Saúde, essas informações são fundamentais para a formulação de políticas públicas de prevenção e controle da esquistossomose”, ressaltou.
A coordenadora da vigilância epidemiológica do município de Umbaúba, no sul sergipano, Yasmin Salles, reforçou o papel multiplicador da capacitação. “Ao adquirir novos conhecimentos, conseguimos levar orientações que fortalecem a atenção primária, a territorialização e a busca ativa, envolvendo tanto os profissionais quanto a própria população. É fundamental que os usuários do SUS também conheçam os sintomas e procurem as unidades de saúde em caso de risco, garantindo uma resposta mais ágil e eficaz”, afirmou.
O biomédico dos municípios de Santo Amaro das Brotas, no leste do estado, e Telha, no baixo São Francisco, Kenny Rogers, avaliou o encontro como essencial para o trabalho no dia a dia. “Capacitações como essa nos preparam para acolher melhor a população das áreas endêmicas, oferecendo um atendimento mais resolutivo e humanizado. Munidos de informações atualizadas, conseguimos conduzir os casos com mais segurança e repassar o conhecimento tanto para os colegas de profissão quanto para os usuários dos serviços de saúde”, concluiu.






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