

As Vigilância em Saúde do Trabalhador (Visat) e da Vigilância Ambiental e de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde promoveram uma oficina sobre intoxicação exógena por agrotóxicos voltada aos servidores do município. Durante o evento, no auditório da Secretaria de Agricultura (Seagri), na terça-feira, 23, foi abordada também a temática de saúde mental em alusão à Campanha Setembro Amarelo, de valorização à vida e prevenção de suicídio.
O objetivo da oficina foi conscientizar a respeito do uso de agrotóxicos, como o popularmente conhecido chumbinho, em casos de suicídio, assim como orientar servidores da Seagri e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) quanto ao manejo direto ou indireto desses insumos nas atividades, a fim de evitar intoxicação.
Como são substâncias de fácil acesso, a oficina fortaleceu o trabalho de quem atua nessa área com o objetivo de propagar informações corretas sobre como utilizá-las. Além disso, apresentou protocolos a serem usados quando os servidores se deparem com casos de intoxicação no trabalho.
Segundo o coordenador do Departamento de Vigilância Ambiental e Endemias, Bruno Anchieta, as informações fazem parte do programa vigilância das populações expostas ao agrotóxico do Ministério da Saúde. “É informar a esses servidores que existem dois departamentos dentro da SMS que encaminham essas situações, caso eles se deparem”, explica.


Já a Berenice Rocha, técnica em Segurança do Trabalho da Visat, “além da ficha de notificação de intoxicação tem que se fazer também a ficha de acidentes de trabalho. Toda intoxicação que for relacionada ao trabalho, tem que seguir um protocolo”.


A oficina também contou com palestra sobre saúde mental com a enfermeira psiquiátrica Paula Aviz, que atua no Centro de Atenção Psicossocial, com orientações sobre como proceder em casos de pessoas que tentam suicídio por meio do uso dessas substâncias.


Saiba mais
A intoxicação exógena ocorre pela exposição a substâncias químicas que são externas ao organismo, como os agrotóxicos, variando de aguda, intensa ou crônica, a depender do tempo da exposição ao produto. Entre os sintomas estão cefaleia, náuseas, vômitos, tontura, salivação excessiva, sudorese, fraqueza, distúrbios respiratórios e neurológicos.
A intoxicação exógena pode sobrecarregar os serviços de saúde e essas substâncias possuem também significativo impacto ambiental, podendo contaminar solos, água e cadeias alimentares.
O uso de equipamentos de proteção, capacitações e monitoramento das pessoas que são expostas são formas de prevenção da intoxicação.
Diante da suspeita de intoxicação, é necessário avaliar os sinais vitais da pessoa; removê-la do local de exposição; higienizar a pele e mucosas, assim como realizar a troca das roupas contaminadas; não induzir o vômito; encaminhar a pessoa ao serviço de saúde; acionar o Disque-intoxicação pelo 0800 722 6001; e acionar um profissional de saúde após a notificação de intoxicação.
Texto: Ronaldo Palheta
Fotos: Sara Lopes
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