

Nos dias 7 e 8 de novembro (sexta e sábado), o Teatro Guaíra recebe o aclamado espetáculo “Djavan - O Musical: Vidas Para Contar”, uma celebração da vida e obra de um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira. As apresentações acontecem no Auditório Bento Munho da Rocha Neto, o Guairão, às 20h.
A montagem, que passou pelo Rio de Janeiro e São Paulo com sucesso de crítica e público, combina música, teatro e dança para retratar episódios pessoais e profissionais de Djavan, abordando momentos decisivos e os caminhos trilhados pelo artista alagoano ao longo dos tempos.
“Djavan é um dos maiores gênios da música brasileira de todos os tempos e sua obra merece ser contada nos palcos, não só por sua poesia e musicalidade, mas também por servir como inspiração e sinônimo de perseverança e determinação. Nossa obra quer levar ao público um espetáculo pulsante, cheio de brasilidade e emoção”, comenta Gustavo Nunes, idealizador do musical.
Com cerca de duas horas de duração, a obra, que transita entre samba, jazz, pop e ritmos afro-brasileiros, tem direção musical assinada por Fernando Nunes e João Viana, filho de Djavan, músicos com vasta experiência no cenário musical brasileiro. Fazem parte do espetáculo canções como “Pétala”, “Correnteza”, “Meu Bem Querer”, “Um Amor Puro”, “Se…”, “Flor-de-Lis”, entre outros.
Quem dá vida ao cantor e compositor é o artista mineiro Raphael Elias, que foi selecionado entre 250 profissionais para interpretar o ícone brasileiro em diferentes fases da vida. Negro, vindo do interior de Minas, Elias trilhou um caminho artístico movido pela paixão e incentivado pela mãe, enfrentando desafios financeiros e estruturais para ocupar seu primeiro papel de destaque em uma grande produção nacional.
“Djavan é Djavan. Ele é de todos, ele é samba, ele é forró, ele é Gonzaga, ele é jazz. Falar de um artista nordestino, negro, vivo, é uma responsabilidade enorme, mas também é uma alegria sem tamanho. A gente está construindo essa história com muito respeito e com liberdade cênica, mas também com cuidado para que cada detalhe, cada sotaque, cada música fale a verdade dele”, explica o diretor artístico João Fonseca.
O elenco ainda reúne intérpretes que transitam por diversos personagens ao longo da narrativa, representando figuras da vida pessoal de Djavan, assim como outros grandes nomes da música brasileira. São eles: Marcela Rodrigues, Ester Freitas, Alexandre Mitre, Luísa Viana, Aline Deluna, Erika Affonso, Gab Lara, Tom Karabachian, Valerie Gondim, Milton Filho e Douglas Netto.
Com idealização de Gustavo Nunes, direção artística de João Fonseca e texto de Patrícia Andrade e Rodrigo França, “Djavan - O Musical: Vidas Para Contar” é uma produção da Turbilhão de Ideias e é uma realização da Nove Produções.
Serviço:
“Djavan - O Musical : Vidas Para Contar” em Curitiba
Datas: 07 e 08 de novembro (sexta e sábado) de 2025, às 20h
Local: Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) | Rua Conselheiro Laurindo, 175 - Centro, Curitiba(PR)
Tempo de duração do espetáculo: 120 minutos
Classificação etária: 12 anos
Especificações do espetáculo: Teatro Musical
Ingressos: Olha o Ingresso
Marabá - PA Secult: Fan Fest terá telão com transmissão de Brasil x Noruega em três núcleos
São Sebastião - SP Cinema Pontos MIS oferece sessões gratuitas com programação especial de julho em São Sebastião
Piauí Secult entrega veículos elétricos e amplia acessibilidade do Tour da Cultura em Teresina
Piauí Biblioteca Comunitária da Santa Maria da Codipi será novo espaço de leitura, cultura e cidadania
Piauí Museu do Mar reabre ao público em Parnaíba após reforma e modernização a partir desta sexta (3)
São Sebastião - SP Fundass participa de oficina sobre acessibilidade e práticas inclusivas para fortalecer equipamentos culturais
Cultura Agenda cultural tem mostra no MUPA, festival folclórico no Guaíra, Rogério Dias no Alfredo Andersen
Mato Grosso do Sul Governo do Estado consolida políticas públicas e amplia o acesso à cultura em Mato Grosso do Sul
São Sebastião - SP Museu de Arte Sacra de São Sebastião celebra 45 anos de história e preservação do patrimônio cultural Mín. 13° Máx. 22°





