

O seguro viagem é um produto que garante cobertura financeira para despesas médicas, hospitalares e odontológicas (DMHO) em caso de imprevistos durante as viagens. Em caso de viagem internacional, o seguro deve incluir, no mínimo, a cobertura de DMHO, que não pode se restringir apenas a eventos ocasionados por acidentes pessoais, conforme define a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Além disso, é obrigatória a cobertura de regresso sanitário, regresso funerário, morte acidental, traslado médico e invalidez permanente.
O cenário cambial atual mostra forte oscilação das moedas internacionais. Recentemente, o euro apresentou valorização frente ao real, alcançando a maior cotação em quatro meses, enquanto o dólar registrou queda de quase 3%, conforme publicado pelo portal especializado InfoMoney. A volatilidade das moedas internacionais pode ampliar o impacto financeiro de imprevistos em viagens ao exterior.
Luciano Bonfim, diretor comercial da empresa especializada em seguro viagem Vital Card, explica como as variações do dólar e do euro influenciam diretamente o valor de despesas médicas e emergenciais fora do Brasil. "Como os atendimentos são cobrados em moeda local, qualquer oscilação do câmbio multiplica o impacto no bolso do brasileiro. Uma consulta simples pode custar centenas de dólares ou euros, e uma internação pode ultrapassar milhares".
O executivo observa que, além das despesas com atendimentos médicos de urgência e internações, há outros gastos recorrentes para viajantes que enfrentam imprevistos sem seguro. "Entre os principais custos que podem gerar dívidas altas fora do Brasil estão a compra de medicamentos, perda de bagagem e atraso de voos".
Para o especialista, o seguro viagem deve ser encarado como um investimento, e não como um gasto, especialmente em tempos de câmbio elevado. "O seguro viagem protege o viajante de despesas inesperadas em moeda estrangeira, que podem ser muito altas. O custo do seguro é pequeno comparado ao valor que se evita gastar em caso de emergência".
Segundo o diretor comercial da Vital Card, cobertura para despesas médicas e hospitalares, traslado médico, seguro para bagagem, assistência odontológica e cobertura em casos de cancelamento ou interrupção da viagem são opção que devem ser consideradas prioritárias por quem está planejando uma viagem internacional em 2025.
"O seguro viagem é exigido em países da União Europeia que fazem parte do Tratado de Schengen, além de destinos como Argentina e Cuba. Sem o seguro, o viajante pode ser impedido de entrar", afirma Bonfim.
De acordo com o executivo, a Vital Card tem adaptado seus planos com foco em proporcionar proteção financeira mais acessível e eficiente aos viajantes. "Produtos foram ajustados para oferecer planos com coberturas em dólar e euro que atendem às exigências internacionais, mantendo preços competitivos e possibilidade de parcelamento sem juros, além de incluir benefícios extras como internet grátis em alguns destinos", conclui.
Para mais informações, basta acessar: vitalcard.com.br/
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