

Segundo pesquisas, 61% dos pequenos e médios varejistas brasileiros ainda não automatizaram seus processos financeiros e seguem dependentes de planilhas, lançamentos manuais e múltiplos acessos a internet bankings. O dado, revelado pela Troiano Branding em parceria com a Gouvêa Experience, mostra como a falta de digitalização continua sendo um dos principais gargalos do pequeno comércio, especialmente em um cenário de margens cada vez mais apertadas e alta pressão de custos.
Os desafios de rentabilidade e aumento de resultado exigem, cada vez mais, uma visibilidade ampla dos processos, sejam eles negociais como financeiros com sua cadeia de relacionamento, sejam eles clientes ou fornecedores ou agentes financeiros.
"Sem uma visão integrada das operações, o varejo trabalha de forma reativa e perde poder de competitividade e de negociação com fornecedores e instituições financeiras", afirma Edson Silva, fundador da Nexxera, empresa especializada em conexão de cadeias produtivas e automação financeira. "Cada falha de conexão na cadeia, por menor que pareça, gera custos invisíveis. Integrar fluxos de negócio e financeiros é o que transforma uma operação em resultado".
O estudo também revela que apenas 16% dos donos de pequenos mercados compram diretamente das indústrias, enquanto 47% dependem de distribuidores. Além disso, 77% relatam dificuldades para cuidar das finanças e 57% mencionam negociações complexas com parceiros e fornecedores.
Esses números expõem uma fragilidade estrutural e operacional pela falta de integração entre os elos da cadeia: da indústria ao ponto de venda. Para os especialistas, resolver essa desconexão é essencial para melhorar a eficiência e resultado.
Segundo Silva, o crédito também precisa ser encarado de forma mais estratégica: "Crédito não deve ser visto apenas como socorro em momentos difíceis, mas como um instrumento de resultado que viabiliza investimentos, equilíbrio de caixa e fortalece toda a cadeia. Quando o varejo e fornecedores conseguem viabilizar as melhores datas de pagar e receber, mesmo que não sejam as mesmas datas, todos ganham".
Além de facilitar o acesso a capital, a automação e a conectividade gerencial e financeira permitem uma visão centralizada de contas a pagar e a receber, substituindo planilhas e controles manuais por uma gestão unificada e baseada em dados comportamentais.
Essas soluções estão disponíveis para empresas de diferentes portes, possibilitando a modernização dos processos e a melhoria dos resultados operacionais. Para Silva, "quando capital, recebimentos, pagamentos e supply chain operam de forma gerenciada e integrada, o risco diminui e o planejamento se torna mais inteligente e os resultados são maiores".
Com 33 anos de atuação em supply chain finance no Brasil, a Nexxera mantém presença em diversos segmentos, impulsionando empresas, bancos, clientes e fornecedores em um ecossistema transacional e comportamental voltado à eficiência operacional e ao crescimento sustentável. A companhia também participa do movimento de adequação à regulação das duplicatas escriturais, que deve movimentar mais de R$ 10 trilhões em oportunidades para o mercado nos próximos anos.
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