

A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá divulgou, nesta sexta-feira (21), o Boletim Epidemiológico da Semana 46 de 2025, que aponta estabilidade no cenário das arboviroses na capital. No período, foram registrados três casos de Dengue, um de Chikungunya e dois de Zika, números considerados dentro do padrão esperado para esta época do ano.
Em relação ao mesmo período de 2024, Cuiabá apresentou redução de 26,1% nos casos de Dengue. Em contrapartida, a Chikungunya registrou aumento expressivo: 1.190% no acumulado do ano, o que mantém as equipes de vigilância em atenção constante.
Ao longo de 2025, o município contabiliza 1.201 casos autóctones de Dengue, com incidência de 175,8 por 100 mil habitantes. A Chikungunya soma 8.509 casos autóctones, alcançando incidência de 1.245,9 por 100 mil habitantes. Já a Zika segue com baixa circulação, com dez casos notificados no ano — sete confirmados.
As equipes do município seguem com as ações intensificadas em todas as regiões da capital. Desde janeiro, foram vistoriados 945.211 imóveis e mais de 99 mil residências receberam tratamento. Os agentes também trataram 112.524 depósitos com focos do mosquito Aedes aegypti e eliminaram outros 14.588.
A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, reforça a importância da prevenção.
“Mesmo com o cenário dentro do esperado, não podemos baixar a guarda. O mosquito se prolifera muito rápido e depende exclusivamente da água parada para sobreviver. Cada morador tem um papel fundamental neste combate. As equipes da Prefeitura estão atuando diariamente, mas é no cuidado dentro de casa que conseguimos reduzir de fato os riscos”, afirma.
Danielle também lembra que a vacinação contra a Dengue está disponível para crianças de 10 a 14 anos e reforça a necessidade de procurar atendimento médico ao surgirem sintomas suspeitos, evitando a automedicação.
O levantamento aponta ainda melhora no risco por regiões: a Região Sul caiu de alto para médio risco, enquanto a Região Leste reduziu de alto para baixo risco.
A Prefeitura reforça que o combate ao Aedes aegypti é uma responsabilidade compartilhada. A entrada dos agentes de endemias nos imóveis é essencial para que o trabalho seja completo e efetivo.
“Os agentes de endemias estão devidamente identificados e capacitados para realizar o serviço. A colaboração dos moradores é essencial para que o trabalho alcance todos os imóveis e possamos reduzir o risco de transmissão das doenças”, destaca a secretária Danielle Carmona.
A Secretaria de Saúde reforça ainda a campanha “10 Minutos contra o Aedes”, que incentiva cada cidadão a reservar dez minutos semanais para vistoriar sua residência ou local de trabalho, eliminando possíveis criadouros.
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