

O surgimento da Educação Ambiental como um conceito está diretamente ligado ao aumento das preocupações globais com a crise ambiental, que se tornou evidente a partir da metade do século XX, impulsionada pelo crescimento industrial e populacional. A expressão "Educação Ambiental" começou a ser utilizada na Conferência de Educação da Universidade de Keele (Grã-Bretanha, em 1965.
Em 1975, o Dia Mundial da Educação Ambiental, 26 de janeiro, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o intuito de promover diretrizes práticas para o desenvolvimento de uma agenda global, cujo legado se expandiu, ao longo das décadas, com a relevância crescente do meio ambiente nas esferas social, política e econômica.
“A educação ambiental deve promover consciência crítica, mostrando como as ações humanas afetam o meio ambiente. É preciso conscientizar a população sobre a importância de suas ações individuais e coletivas. Somente por meio da conscientização e do engajamento de todos os setores da sociedade poderemos enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas”, salienta Vininha F. Carvalho, economista, ambientalista e editora da Revista Ecotour News & Negócios.
No Brasil, a Lei nº 9.795/99 (Política Nacional de Educação Ambiental) estabeleceu que a EA deve ser integrada ao currículo de forma contínua e permanente, e não como uma disciplina separada (exceto em cursos de pós-graduação ou áreas específicas). Deverá visar o fortalecimento da cidadania e a autodeterminação dos povos.
“A educação ambiental é a base para transformar a realidade e promover o desenvolvimento sustentável. Ela deve ser vista como um investimento global para enfrentar as mudanças climáticas e os desafios sociais”, conclui Vininha F. Carvalho.
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