

A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) amplia, a partir de 2026, a estratégia de vacinação contra a dengue no estado, garantindo maior proteção à população e consolidando a imunização contra a doença na política permanente de saúde pública. O Dia D, a ser realizado no dia 17 de janeiro, integra a estratégia nacional coordenada pelo Ministério da Saúde e marca a ampliação do acesso ao imunizante para novos territórios.
A vacinação contra a dengue já vinha sendo administrada no Ceará desde 2024, porém de forma focal, restrita a 27 municípios e voltada a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, com esquema vacinal de duas doses (Qdenga, do laboratório Takeda), conforme orientação do Ministério da Saúde. Agora, a estratégia passa a alcançar todos os 184 municípios cearenses.
Segundo a coordenadora de Imunização da Secretaria da Saúde do Ceará, Ana Karine Borges, a ampliação representa um novo momento da política de vacinação no estado. “Estamos aumentando o acesso à vacina contra a dengue de forma planejada,com esquemas adequados para cada público e garantindo que a população tenha orientação clara sobre como e quando se vacinar”, afirma.
A vacina contra a dengue passa a integrar a rotina do Sistema Único de Saúde (SUS), assim como outros imunizantes já consolidados no calendário vacinal.

Como parte desse processo de ampliação, o Ceará também integra a primeira etapa nacional de vacinação em massa com a vacina produzida pelo Instituto Butantan, ao lado de outros municípios dos estados de São Paulo e Minas Gerais.
No estado, a ação ocorre no município de Maranguape, onde a Sesa realiza, no dia 17 de janeiro, o Dia D de vacinação contra a dengue. A iniciativa marca a primeira aplicação, em contexto de campanha, da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan, destinada a pessoas de 15 a 59 anos e aplicada em dose única.
Segundo Ana Karine Borges, a ação em Maranguape integra um planejamento nacional escalonado. “Essa estratégia permite que a vacinação seja realizada de forma estruturada, com acompanhamento técnico e garantia de acesso da população, enquanto avançamos gradualmente na ampliação da cobertura conforme a disponibilidade das doses”, destaca.
A escolha de Maranguape para integrar a primeira etapa da estratégia nacional de vacinação contra a dengue está relacionada, entre outros motivos, à capacidade técnica, operacional e logística do município, além do porte populacional adequado para a execução da ação — entre 100 e 200 mil habitantes.
Dados do IntegraSUS, mostram redução no número de casos e óbitos em 2025, quando comparado a 2024, onde foram registrados 12.019 casos confirmados. Já em 2025, até o período analisado, foram contabilizadas 4.755 confirmações.
Ainda assim, a dengue segue presente no território cearense, o que reforça a necessidade de manter e ampliar as estratégias de prevenção e vacinação.
A coordenadora de Imunização da Secretaria da Saúde do Ceará, Ana Karine Borges, destaca que o enfrentamento à dengue exige ações integradas e permanentes. “A vacina não substitui o controle do mosquito nem a vigilância epidemiológica, mas fortalece a resposta do sistema de saúde e contribui para reduzir casos graves e óbitos. Ela amplia a proteção da população ao se somar às demais estratégias de enfrentamento da doença”, afirma.
2024: início da vacinação em 27 municípios cearenses, para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.
2025:consolidação da estratégia e monitoramento epidemiológico, com redução expressiva de casos.
2026:ampliação da vacinação de rotina para todos os municípios do Ceará e início da vacinação para outras idades em Maranguape, com a vacina do Instituto Butantan.
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