

Foi dado o grito da folia com o início da programação do Pré-Carnaval 2026 do Governo do Estado e, para acolher os brincantes, foram instalados dois Hospitais de Campanha para atendimentos de urgência e emergência. Neste domingo (18), primeiro dia de funcionamento dos serviços, foram realizados 81 atendimentos e quatro transferências.
“Os hospitais de campanha estarão preparados para oferecer atendimento médico, com poltronas de observação, leitos e estrutura para estabilização de pacientes. O foco é garantir resposta rápida aos casos urgentes, aos atendimentos de menor complexidade e às situações de intoxicação, assegurando cuidado e segurança durante toda a programação”, afirmou a chefe do Departamento de Alta Complexidade da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Suziane Viegas.
Instalados dentro do circuito da folia, na Avenida Litorânea, o Hospital de Campanha 1 foi montado próximo aos camarotes, e o Hospital de Campanha 2, nas proximidades da Avenida Vale do Rio Pimenta (estátua de Yemanjá). As estruturas iniciaram as atividades às 14h, seguindo até a meia-noite. Durante o período do Pré-Carnaval, as unidades funcionam das 14h à meia-noite, enquanto no Carnaval os horários serão ampliados e ajustados conforme a programação dos dias. Dos 81 atendimentos realizados, 34 ocorreram na Unidade 1 e 47 na Unidade 2.
As principais demandas identificadas foram escoriações, lesões, intoxicação por álcool, vômitos e crises de ansiedade. Quanto às transferências, o Hospital de Campanha 1 registrou apenas uma, encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Araçagy. Já o Hospital de Campanha 2 realizou três transferências: duas para a UPA do Araçagy e uma para a UPA do Bacanga.
Com os Hospitais de Campanha, tanto quem trabalha quanto quem se diverte encontra espaços de segurança e cuidado. Foi o caso de Rayssa Diniz, de 18 anos, funcionária de um restaurante localizado na Avenida Litorânea, que passou mal após se engasgar enquanto almoçava. Ela foi rapidamente socorrida por uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA), que estava no local, e encaminhada para o Hospital de Campanha 1.
“Ela estava comendo e, de repente, começou a tossir e se engasgou. Tentamos ajudar ao máximo, como pudemos. Então procuramos o primeiro bombeiro que estava na localidade, que nos encaminhou para cá. O atendimento foi ótimo, todo mundo bem prestativo, cada um fazendo alguma coisa: uns atendendo ela, outros coletando os dados. Fomos bem atendidos”, afirmou a empresária Ana Karulyna Gomes, que acompanhou Rayssa até a unidade.
Segundo a capitã do CBMMA, Cristina Lemos, a equipe estava em deslocamento e, ao chegar ao local, pôde prestar os primeiros socorros. “Observamos que era uma obstrução das vias aéreas, realizamos a técnica de desobstrução e, como ela ainda se queixava de desconforto, resolvemos trazê-la para o Hospital de Campanha. Verificamos os sinais vitais, constatamos que a saturação estava em 99% e tudo dentro da normalidade. Entregamos aos profissionais de plantão e, agora, ela já foi atendida e se encontra bem”, relatou.
Além de Rayssa, quem também recorreu aos serviços dos Hospitais de Campanha do Governo do Estado foi Sâmia Pereira, integrante da equipe de organização do Pré-Carnaval na Litorânea. “Eu tive cólicas fortes. A assistência é ótima. As pessoas aqui, o atendimento, não tenho nada do que reclamar”, comentou.
Estrutura
O Hospital de Campanha 1 conta com seis leitos (cinco de observação e um de estabilização) e sete poltronas para medicação. Já o Hospital de Campanha 2 possui cinco leitos (quatro de observação e um de estabilização) e oito poltronas. Em ambas as unidades, o atendimento é realizado por equipes compostas por supervisor geral, coordenador de plantão, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de serviços gerais, motorista e farmacêutico, além de ambulâncias de Suporte Avançado (USA) e Suporte Básico.
Os hospitais seguem um fluxo assistencial com classificação de risco por cores: azul/verde, para casos leves com alta; amarelo, para situações que exigem encaminhamento com ambulância de suporte básico; e vermelho, para ocorrências que demandam transferência hospitalar, com possível necessidade cirúrgica. Nos casos cirúrgicos, pacientes pediátricos serão encaminhados ao Hospital da Criança e adultos aos Socorrões 1 ou 2. Quando não houver indicação cirúrgica, o direcionamento será para a UPA do Araçagy ou para o Hospital Geral da Vila Luizão.
Além da assistência em saúde, os serviços também ofertam preservativos masculinos e femininos, como forma de fortalecer a prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), além de orientações sobre doação de sangue e ações educativas.
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