

Nem só de sol, sombra e água fresca vivem os jacarés do Bioparque Pantanal! Para garantir o bem estar dos animais que ali estão, a equipe do maior aquário de água doce do mundo cumpriu mais um protocolo semestral de exames de rotina com os 10 jacarés-do-pantanal (paraguayn caiman) que vivem no completo. Os exames tem caráter preventivo e integram as práticas contínuas de cuidado e monitoramento da saúde.
Durante o manejo, os jacarés passaram por procedimentos de biometria, com registro de pesagem e medição corporal, além de exames de ultrassonografia e coleta de sangue para análises laboratoriais. O protocolo permite acompanhar de forma detalhada o desenvolvimento físico, as condições clínicas e o estado geral de saúde de cada indivíduo ao longo do tempo.
O manejo foi conduzido por uma equipe multidisciplinar do Bioparque Pantanal, composta por mergulhadores, biólogos, médicos veterinários e zootecnistas, seguindo rigorosos padrões técnicos e de segurança. Os exames foram realizados em parceria com a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul ) e com a empresa Caimasul, fortalecendo a integração entre ciência, conservação e manejo de fauna.
Para a diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, o acompanhamento periódico é essencial para assegurar a qualidade de vida dos animais.
"No Bioparque Pantanal, prezamos pela saúde e pelo bem-estar de cada animal. Para isso, seguimos protocolos e rotinas bem estabelecidas, que incluem a biometria individual, análises clínicas, laboratoriais, nutricionais e exames por imagem. Todo esse trabalho é realizado por uma equipe técnica altamente qualificada e fortalecido por parcerias importantes, que somam conhecimento, tecnologia e excelência ao cuidado com a nossa fauna", destacou.
A bióloga-chefe do Bioparque Pantanal, Carla Kovalski, reforça a relevância dos procedimentos. "Realizamos os procedimentos de biometria, ultrassonografia e coleta de sangue dos jacarés como parte dos protocolos de manejo do Bioparque. Essas ações envolvem uma equipe multidisciplinar e são fundamentais para acompanhar tanto o desenvolvimento dos animais quanto a manutenção da saúde e do bem-estar ao longo do tempo", explicou.
O médico veterinário e professor da UFMS, Diogo Helney Freire, ressaltou a contribuição da universidade no processo. "A UFMS contribui com o suporte técnico, especialmente na realização e interpretação dos exames de imagem e das análises de sangue, que serão encaminhadas para a universidade. Esses dados são essenciais para garantir a qualidade do desenvolvimento e o acompanhamento sanitário adequado desses animais", afirmou.
Após a conclusão dos exames, todos os jacarés retornaram aos seus tanques de origem e já podem ser contemplados normalmente pelos visitantes do Bioparque Pantanal, reforçando o compromisso do espaço com a transparência, a ciência e a conservação da vida.
Eduardo Coutinho, Comunicação Bioparque Pantanal
Foto: Eduardo Coutinho
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