

Diante das recentes ocorrências de fortes chuvas e pontos de alagamento em Alagoinhas, a Vigilância Epidemiológica municipal intensificou as ações de monitoramento, prevenção e assistência à população exposta aos riscos sanitários decorrentes das enchentes. A iniciativa tem como objetivo reduzir os impactos à saúde pública e orientar a comunidade sobre os cuidados necessários neste período.
A diretora de Vigilância em Saúde, Claudine Ramos, explica que algumas doenças apresentam maior probabilidade de ocorrência em situações de enchente, a exemplo da leptospirose, hepatite A, tétano e doenças diarreicas. Além disso, há aumento do risco de acidentes com animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, que podem surgir nas áreas afetadas pelas inundações.
“Precisamos ter cuidados com a água, considerando que essa água entra em contato com esgoto, lixo, produtos químicos e até animais mortos. Ou seja, é uma água extremamente contaminada e não é possível visualizar esses contaminantes a olho nu”, alerta a diretora.
A equipe da Vigilância Epidemiológica orienta que a população adote as seguintes medidas preventivas: consumir apenas água tratada, filtrada ou fervida; não utilizar água de enchente para beber, cozinhar ou realizar higiene pessoal e doméstica; descartar quaisquer alimentos que tiveram contato com a água da enchente; não consumir alimentos embalados que tenham sido submersos; reforçar a higienização de utensílios e superfícies; manter rigorosa higiene das mãos e do ambiente; ao entrar em áreas alagadas, utilizar botas e luvas de borracha, além de proteger áreas expostas da pele e verificar e manter atualizado o cartão de vacinação, especialmente contra o tétano.
Claudine reforça que toda a equipe da Vigilância Epidemiológica está mobilizada, prestando suporte às unidades de saúde e acompanhando possíveis casos relacionados às enchentes. “Estamos à disposição para orientar e garantir a proteção da saúde da população neste momento”, destaca.
A Prefeitura de Alagoinhas orienta que, diante de sintomas como febre, dor no corpo, vômito, diarreia, icterícia ou qualquer outro sinal de adoecimento após contato com água de enchente, a população procure imediatamente a unidade de saúde mais próxima para avaliação e atendimento adequado.
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