

Com brilho, ritmo e identidade amazônica, o primeiro dia de desfiles das escolas de samba do Grupo Especial, em Belém, começou oficialmente na noite de sexta-feira (27). Quatro escolas levaram beleza e empolgação à Aldeia Amazônica David Miguel, no Bairro da Pedreira. Para o presidente da Liga das Escolas de Samba Associadas (ESA), Fernando Guga, o momento marca uma retomada histórica da festa popular na capital paraense.
“Estamos resgatando o Carnaval, que foi reconhecido nacionalmente como um dos maiores do Brasil. Isso se deve à união de esforços da ESA, do governo do Estado e da prefeitura de Belém. Quando nos unimos, com boa vontade para que as coisas aconteçam, elas efetivamente acontecem”, afirmou Fernando Guga.
Em mais um ano, o evento carnavalesco de Belém conta com o apoio do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e do Banco do Estado do Pará (Banpará), que destinou cerca de R$ 1,5 milhão ao desfile das escolas do Grupo Especial, valorizando uma das celebrações mais tradicionais da capital paraense. Além de fomentar a economia criativa, o apoio fortalece o trabalho desenvolvido pelas agremiações ao longo do ano, envolvendo artistas, costureiras, músicos, coreógrafos e demais profissionais do setor.
Alegria para toda a família- Moradora do entorno da Aldeia Amazônica, a professora Neide Corrêa acompanhou a programação ao lado das sobrinhas. Segundo ela, a ida ao desfile partiu do desejo das crianças, que aproveitaram o espaço. Para Neide, ter um espaço estruturado e seguro para levar as crianças faz diferença. “Elas apreciam muito. Por isso, fizeram questão de vir, e já avisaram que querem desfilar no próximo ano”, disse a professora.
O desfile foi aberto pela Associação Carnavalesca Xodó da Nega, que apresentou um enredo sobre a tradição dos banhos de cheiro, das ervas e da benzedura no Pará. O intérprete oficial da escola, Luizinho Moura, destacou que o samba-enredo deste ano foi pensado para dialogar diretamente com a comunidade.
“Escola é povo. Aqui, todo mundo se conhece, é o povo do bairro da Cremação que está junto, e a gente resolveu fazer esse samba-enredo justamente para ficar na cabeça do povo, para ser de fácil assimilação para quem está aqui na avenida e a galera que está na arquibancada”, acrescentou.
Em seguida, desfilaram a Associação Carnavalesca Social Beneficente Embaixada do Império Pedreirense, o Grêmio Recreativo Carnavalesco Social Acadêmicos de Samba da Pedreira e a Associação Carnavalesca Bole Bole.
Público- Segundo a organização, cerca de 3 mil pessoas foram à Aldeia Amazônica na primeira noite do evento, que ofereceu uma estrutura preparada para receber famílias, turistas e amantes do samba. “É evidente que a Aldeia ficará completamente lotada, com todos os ingressos vendidos, além dos distribuídos pela Prefeitura. Isso demonstra claramente que o Carnaval de Belém está ocupando um lugar de destaque no cenário nacional”, disse o presidente da ESA.
A festa prossegue na noite deste sábado (28), com quatro escolas do Grupo Especial: Matinha, Boêmios da Vila Formosa, Império de Samba Quem São Eles e o Grêmio Recreativo Cultural e Carnavalesco Deixa Falar.
Texto: Maycon Marte - Ascom/Secult
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