

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Pará (Semas) apresentou, na última quinta-feira (26), o prognóstico climático para o trimestre março-abril-maio de 2026, durante a Reunião de Análise e Previsão Climática, que contou com a participação de órgãos como Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBMPA), Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Pará (Cedec), Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (Seaf) e demais instituições estaduais.
Para o trimestre, a tendência é de chuvas entre normal e acima do normal em parte do Estado, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Para as demais regiões do Pará, as chuvas devem oscilar entre abaixo do normal e normal.
Em relação às cheias dos rios, as bacias do Tapajós e Baixo Amazonas apresentam maior probabilidade de atingimento da cota de alerta de cheias, entre abril e maio.
O segundo sargento do CBMPA, Márcio Avelar, atualmente na Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, atuando no monitoramento e emissão de alertas de desastres, ressaltou que: “a reunião climática coordenada foi fundamental para que possamos nos antecipar aos eventos extremos, especialmente neste período chuvoso, quando há maior ocorrência de chuvas intensas, inundações e alagamentos. Esses encontros fortalecem nosso planejamento e garantem uma resposta mais rápida e efetiva à população”.
Mesmo com o foco no período chuvoso, a discussão técnica também acendeu um alerta antecipado para o segundo semestre de 2026, diante da possibilidade de ocorrência do fenômeno El Niño. A redução das chuvas na região Amazônica, associada à distribuição irregular registrada nos últimos meses, pode impactar o próximo ciclo. O alerta é direcionado especialmente ao período seco, com planejamento para uma possível estiagem mais intensa. O cenário reforça a importância do fortalecimento contínuo do Programa Estadual de Prevenção a Incêndios Florestais (Pepif) e da integração entre os órgãos ambientais e de segurança pública. A previsibilidade climática realizada pela Semas é estratégica para subsidiar ações preventivas e garantir respostas mais rápidas e coordenadas.
Segundo o coordenador de Monitoramento Hidrometeorológico da Semas, Antônio Sousa, “transformamos dados climáticos em informação estratégica para que o Estado se antecipe aos cenários, especialmente neste caso, o período seco, quando o risco de incêndios florestais aumenta, fortalecendo a prevenção e a atuação conjunta entre os órgãos”.
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