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Segurança Piauí

SSP-PI deflagra Operação Falso Advogado e cumpre 62 medidas contra grupo especializado em golpes eletrônicos

A Secretaria da Segurança Pública (SSP-PI), por meio da Polícia Civil do Estado do Piauí, através do Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéti...

04/03/2026 às 10h47
Por: Redação Fonte: Secom Piauí
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Foto: Reprodução/Secom Piauí
Foto: Reprodução/Secom Piauí

A Secretaria da Segurança Pública (SSP-PI), por meio da Polícia Civil do Estado do Piauí, através do Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), em conjunto com a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), deflagrou, na manhã desta quarta-feira (04), a Operação Falso Advogado, com o cumprimento de 62 medidas judiciais, entre mandados de prisão e de busca e apreensão.

A operação tem como objetivo desarticular uma sofisticada organização criminosa especializada na prática de estelionato eletrônico, organização criminosa e invasão de dispositivo informático.

Foto: Reprodução/Secom Piauí
Foto: Reprodução/Secom Piauí
Foto: Ascom SSP

De acordo com as investigações, o grupo utilizava técnicas avançadas de engenharia social e acessava indevidamente dados processuais sigilosos para enganar vítimas que possuíam ações judiciais em andamento.

O modus operandi consistia na criação de perfis falsos de advogados para entrar em contato com as vítimas, informando sobre a suposta liberação de alvarás judiciais. Para que os valores fossem “liberados”, os criminosos exigiam o pagamento de “taxas judiciais” inexistentes, geralmente por meio de transferências via PIX.

Participaram ativamente da operação as Polícias Civis dos Estados do Ceará, Goiás, Pernambuco e Amazonas, no cumprimento simultâneo de medidas cautelares nas cidades de Fortaleza/CE, Maracanaú/CE, Tauá/CE, Pacatuba/CE, Caucaia/CE, Aracoiaba/CE, Aparecida de Goiânia/GO, Manaus/AM, Borba/AM, Recife/PE e Paulista/PE. Também deram apoio à ação a Superintendência de Operações Integradas (SOI) e a Coordenação de Serviços Virtuais (PCPI).

Foto: Reprodução/Secom Piauí
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Foto: Ascom SSP

De acordo com o coordenador do Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos, delegado Humberto Marcola, é fundamental que a população esteja atenta. “Advogados e tribunais não solicitam pagamentos imediatos via PIX para liberação de valores judiciais. Na dúvida, entre em contato direto com o escritório por um número oficial já conhecido”, alerta o delegado, reafirmando o compromisso da Polícia Civil do Piauí em romper a barreira da territorialidade no ambiente digital, garantindo que criminosos cibernéticos sejam identificados e responsabilizados, independentemente da unidade da federação em que estejam atuando.

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