

O deputado estadual Zé Teixeira apresentou, na sessão desta quarta-feira (4), uma série de indicações que pretendem solucionar problemas de infraestrutura e garantir segurança aos moradores de Dourados. As solicitações, encaminhadas ao Governo do Estado com cópia à Prefeitura Municipal, concentram-se na recuperação de acesso à comunidade indígena e na conclusão de frentes de pavimentação asfáltica em bairros estratégicos da cidade.
Uma das prioridades elencadas pelo parlamentar é a manutenção urgente da ponte localizada na Aldeia Jaguapiru. Situada em uma estrada vicinal a pouco mais de um quilômetro do Anel Viário Norte, a estrutura é a principal via de acesso ao Hospital da Missão Caiuá. Atualmente, as condições precárias da travessia colocam em risco pedestres e condutores, além de dificultar o transporte de pacientes e o fluxo de serviços essenciais de saúde para a comunidade indígena local. A iniciativa partiu do vereador Pedro Pepa.
A mobilidade urbana nos bairros também pautou as ações de Zé Teixeira na Assembleia Legislativa. O deputado solicitou estudos técnicos para incluir um trecho da Rua Ponta Grossa, no Jardim Pelicano, no cronograma de obras. A via, que interliga o bairro ao Canaã I, ficou fora da primeira etapa de pavimentação, gerando transtornos aos moradores que aguardam a conclusão da infraestrutura para integrar a região e eliminar a poeira e o barro. A indicação atende um pedido do vereador Dill do Povo.
Somado a isso, o parlamentar reivindicou obras de pavimentação e drenagem na Rua Gelcy Maria Teixeira Marcondes, no Parque das Nações 1º Plano. Localizada em um dos bairros mais tradicionais de Dourados, a rua ainda sofre com o acúmulo de lama e água em períodos chuvosos, o que compromete o tráfego e a qualidade de vida das famílias residentes entre as ruas César Gomes de Matos e Bolívia, conforme o vereador Pedro pepa.
Segurança - Ainda nesta quarta-feira, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) aprovou a proposta do deputado Zé Teixeira que estabelece punições para quem constranger, ofender ou ameaçar vigilantes patrimoniais em serviço no Mato Grosso do Sul. O projeto define critérios claros para identificar atos de intimidação, agressões verbais e gestuais, visando proteger o profissional que atua na linha de frente da segurança privada e garantir que ele exerça suas funções sem interferências externas ou violência psicológica.
Com o parecer favorável da comissão, o texto segue agora para votação no Plenário, trazendo uma resposta direta aos desafios enfrentados pela categoria no cotidiano das empresas e órgãos públicos. Ao estipular multas e detalhar as condutas proibidas, a iniciativa de Zé Teixeira fortalece o cumprimento das normas de segurança e assegura o respeito à integridade física e moral dos trabalhadores, conectando a legislação estadual às novas diretrizes federais da profissão.
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