

O Pará, por meio de representantes da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), participa da “II Conferência de Segurança Pública - o Ilab Segurança 2026” - que está sendo realizada em Brasília, Distrito Federal, onde os titulares dos órgãos e instituições de segurança dos 27 Estados brasileiros participam de painéis e reuniões que visam o debate para o enfrentamento ao crime organizado, com objetivo de alinhar ações e fortalecer a cooperação entre as forças de segurança, visando integrar as experiências operacionais em estruturas de segurança para todo o País.
O encontro, que iniciou na última terça-feira (3), segue até esta sexta-feira (6), no Centro Internacional de Convenções do Brasil.
Presente nas mesas de debates e reuniões do encontro, o secretário de Segurança Pública do Pará, Ed-Lin Anselmo, destaca a atuação do Estado do Pará e as estratégias de segurança bem-sucedidas ao longo dos últimos anos, especialmente no enfrentamento ao crime organizado e no impacto positivo nos índices de criminalidade apresentados.
“Estamos aqui com objetivo de trocar informações importantes com os demais titulares das pastas da segurança pública de todo o País, justamente para que possamos integrar as ações que cada Estado desenvolve e, assim, montarmos um planejamento estratégico e alinhado às propostas mais estruturantes para o enfrentamento ao crime organizado no Brasil. Estamos com representante da área de inteligência e de gestão de compras, para apresentarmos nossos resultados, que vêm sendo muito positivos e que colocam o Pará em uma posição de destaque e reconhecimento junto às demais forças de segurança do País, com exemplos de ações eficazes ao enfrentamento das organizações criminosas e impactos importantes refletidos nos índices positivos de criminalidade apresentados pelo Estado”, pontuou o titular da Segup.
Apresentação Segurança Por todas Elas
Na ocasião, foi ministrada uma palestra sobre Feminicídio, conduzida pelo secretário-adjunto de Inteligência e Análise Criminal do Estado, delegado André Costa, que apresentou o plano de enfrentamento ao feminicídio que está sendo desenvolvido pelo governo do Pará, em conjunto com as forças de segurança do Estado e demais pastas sociais. O plano visa inibir e coibir os crimes contra às vítimas mulheres, com foco na prevenção e repressão.
Durante a apresentação, foram analisados os índices de crimes cometidos contra as mulheres nos municípios paraenses e as ações conjuntas que estão sendo alinhadas entre as forças de segurança e rede de apoio para o acolhimento às vítimas.
“Tivemos a oportunidade de falar sobre essa modalidade criminosa que infelizmente cresce no Brasil, e, por isso, o governo do Estado já iniciou ações direcionadas para o enfrentamento qualificado e prevenção de todo e qualquer crime cometido contra às mulheres, em especial o feminicídio. Mostramos como o Pará diagnosticou o problema, levando em consideração a geografia extensa do Estado e as características econômicas e sociais de cada cidade e região, para que as ações possam surtir efeitos de eficácia contínua. Apresentamos a metodologia de trabalho, tendo a Segup como focal coordenador das ações integradas, como as instituições de segurança, seguindo posteriormente com o auxílio das demais pastas do governo, a exemplo das pastas sociais, de saúde, educação, Secretaria da Mulher, e Secretaria de Comunicação, gerando uma sinergia no enfrentamento a esse crime, mudança da mentalidade patriarcal nociva e, assim, garantir os direitos e a proteção às mulheres”, ressaltou o secretário André Costa.
A Segup conta ainda com a presença do Secretário Executivo do Fundo Nacional de Segurança Pública, coronel Francisco Nóbrega, e toda a equipe de trabalho, para apresentação dos números e troca de experiências relacionadas aos investimentos em segurança provenientes do Fundo Nacional de Segurança, vinculado à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça.
iLab Segurança 2026
O evento reúne gestores e titulares das pastas de segurança pública com foco no debate sobre o combate ao crime organizado nos setores produtivos, com discussões sobre questões econômicas que envolvem o impacto do crime e a necessidade de novos marcos regulatórios. O objetivo é consolidar uma abordagem integrada que promova uma repressão qualificada, inteligência financeira, regulação eficiente e cooperação entre Estado e setor produtivo.
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