

Na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), unidade referência para partos de alto risco de Sergipe, nascem uma média de 400 bebês por mês. Somente nesses dois primeiros meses do ano já foram realizados 818 partos. A unidade realiza atendimentos de urgências obstétricas e neonatais, 24 horas por dia, para gestantes, puérperas e neonatos, oferecendo um atendimento humanizado e de qualidade.
A única maternidade para partos de alto risco no estado conta com diversos serviços, como nutrição adequada com especificidades das pacientes, conforme prescrição médica, triagem neonatal como os testes do pezinho, da orelhinha, do coraçãozinho, da linguinha e do olhinho, administração das primeiras vacinas dos recém-nascidos, orientação sobre a amamentação exclusiva até os seis meses e complementar até os dois anos ou mais, além do serviço de cartório com a confecção do registro civil e a carteira de identidade do bebê e genitores.
Entre tantas histórias de pacientes satisfeitos com os serviços da MNSL está a de Blenda Bonniek, que teve a pequena Catarina Bonniek Souza Santos, que nasceu em 13 de fevereiro, após ter sido encaminhada com hipertensão arterial e pré-eclâmpsia. A pequena Catarina é uma das netas da sergipana reconhecida como uma das mulheres mais altas do mundo, Maria Feliciana.
O esposo de Blenda e pai de Catarina, Cleverton Santos contou que aprovou cada etapa do atendimento na unidade, desde o acolhimento da recepção, o apoio da assistência social, o cuidado da equipe de enfermagem, da psicologia e da pediatria, passando pela nutrição até o serviço de cartório. “Tudo foi feito com respeito, agilidade e amor à profissão. Desde quem coletou o sangue até o pessoal da limpeza. Todos educados, atenciosos. A alimentação é maravilhosa. Passei dias fazendo as refeições na aqui, acompanhando minha esposa e fui muito bem tratado. Só tenho gratidão”, enfatizou.
Outro ponto positivo para a família foi o incentivo ao aleitamento materno. A equipe orientou Blenda sobre a importância da amamentação e apresentou o trabalho do Banco de Leite Humano Marly Sarney (BLH), reforçando o compromisso da unidade com o cuidado integral ao recém-nascido. Após a alta hospitalar, eles estiveram no BLH e receberam orientações sobre a importância da amamentação exclusiva de leite humano até os seis meses de vida e a continuidade como complemento até os dois anos ou mais.
A praticidade também marcou essa experiência. Ainda durante a internação, a família realizou o registro civil e a confecção da carteira de identidade de Catarina no cartório instalado dentro da própria maternidade. “Saímos com tudo resolvido. Fizemos os documentos da nossa filha e atualizei a minha própria carteira de identidade. Foi muito gratificante”, pontuou o pai.











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