

Podem ser doados roupas, cobertores, meias, toucas, cachecóis e calçados, desde que estejam em bom estado de conservação. Após a arrecadação, os itens passam por triagem e são distribuídos de forma contínua ao longo da campanha.
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Na capital paulista, as doações são encaminhadas a entidades assistenciais cadastradas, responsáveis pelo atendimento direto à população. Parte dos itens também é mantida em estoque estratégico para respostas rápidas em situações emergenciais.
No interior e litoral, a distribuição ocorre por meio da rede municipal de assistência social, que identifica as demandas locais e direciona os materiais conforme a necessidade de cada cidade.
Quem quiser contribuir com roupas, acessórios de inverno ou cobertores deve entregar peças limpas e em bom estado em um dos pontos oficiais de arrecadação da campanha espalhados pelo estado. Além da entrega de itens físicos, a campanha de 2026 também recebe doações financeiras por meio da chave Pix doacoesfussp@sp.gov.br .
Todo o valor arrecadado será destinado integralmente à compra de cobertores, ampliando a capacidade de atendimento da ação solidária.
A Campanha do Agasalho conta com uma rede de arrecadação em todas as regiões paulistas. Ao todo, são centenas de pontos de coleta distribuídos pelo estado, incluindo unidades físicas do Poupatempo e postos mantidos pelos Fundos Sociais Municipais.
Na capital, também é possível doar na estação Estação Sé do metrô e em todas as 17 estações da Linha 7-Rubi da CPTM.
Outra opção é realizar a entrega diretamente no Centro de Distribuição do Fundo Social de São Paulo, responsável pela triagem e encaminhamento dos itens arrecadados. O espaço fica na Rua Marechal Mário Guedes, nº 301, no Jaguaré, zona oeste da capital, com funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.
Os endereços completos dos postos de arrecadação podem ser consultados nos canais oficiais da campanha ( https://www.campanhadoagasalho.sp.gov.br/ ).
De acordo com a Defesa Civil, o inverno de 2026 terá características da estação, com tempo seco e massas de ar frio. O diferencial deste ano, no entanto, é a influência do fenômeno El Niño, que poderá favorecer o aumento da umidade e da frequência de chuvas, especialmente entre agosto e setembro.
A influência do El Niño deverá se tornar mais evidente na reta final do inverno em São Paulo. A tendência é de aumento da umidade e maior frequência de chuvas, especialmente nas regiões sul e leste do estado, incluindo a Região Metropolitana de São Paulo, o Vale do Ribeira e áreas próximas à divisa com o Paraná.
Mesmo assim, os volumes acumulados de chuva deverão permanecer próximos da média histórica para o período.
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