

O ano de 2026 tem sido de intensificação de investimentos para as micro e pequenas empresas mineiras. De janeiro até meados de outubro, esses negócios captaram R$ 740 milhões em crédito no Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) , volume 90% maior em comparação com o mesmo período de 2025 e que já ultrapassa o resultado de todo o ano passado, quando foram liberados R$ 530 milhões.
O número de empreendedores atendidos com este perfil também está maior, somando 7 mil em todas as regiões do Estado.
Um dos pilares desse crescimento é a atuação dos correspondentes bancários, responsáveis por grande parte dos financiamentos às MPEs realizados pelo BDMG. Nesta quinta-feira (29/10), o BDMG realiza encontro com esses parceiros que atuam em todas as regiões do Estado para discutir estratégias de ampliar ainda mais a distribuição do crédito, sobretudo, no interior.
Um balanço da instituição mostra que, hoje, são cerca de 1,1 mil representantes autorizados a operar as linhas de crédito do BDMG para micro e pequenas empresas, auxiliando os clientes sem que o serviço tenha custo adicional.

Aplicação
É o exemplo de Renato Valle Santos, da J.A Comércio de Papelaria, em Nova Lima. Ele contratou o crédito do BDMG com o apoio de uma correspondente bancária e, para além da salvação no período da pandemia, agora vai aplicar o novo financiamento para fazer uma reforma na empresa e renovar o estoque.
“Fui procurado pela correspondente e ela me indicou a nova oportunidade. Ela me apresentou as condições de crédito mais interessantes que de outras instituições, com carência ampliada”, reforça.
Quem também buscou o financiamento para reformar a empresa é a médica Ângela Vianello, da Clínica Less, em Belo Horizonte.
“Quando decidi reformar a clínica para adequar os espaços a novas possibilidades de atendimento procurei o BDMG”, afirma a médica. “O que mais me chamou a atenção foi a postura de parceria do banco com os pequenos negócios. Quem empreende precisa de um banco que compreenda o seu projeto e ofereça condições para realizá-lo. Foi o que encontrei no BDMG”, reforça.
O presidente da instituição, Gabriel Viégas Neto, lembra que o BDMG não pode ter agências bancárias e que os correspondentes são essenciais para interiorizar o crédito do banco.
“Além de fortalecer os negócios, esse crédito impacta a economia e a sociedade como um todo, já que as micro e pequenas empresas respondem pela maior parte dos empregos de carteira assinada gerados no Estado. Os números mostram que o BDMG cumpre seu papel de atender as demandas dos empresários com as condições de taxas e de prazo que ofertamos”, completa.
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