

Por meio do Governo do Estado, a Secretaria de Estado dos Povos Indígenas (Sepi), em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Pará (Sebrae), promoveu para um grupo de indígenas da Região do Xingu, uma palestra de capacitação sobre empreendedorismo, na quarta-feira (31), no auditório da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), na cidade de Altamira.
O evento abordou inicialmente o conceito de empreendedorismo, a diferença entre ser empreendedor e ser empresário, e apresentou a necessidade de uma visão além do padrão de mercado voltado para os indígenas, seja o social, de negócios e de intraempreendedorismo.
“Foi muito importante pra mim, porque nós, empreendedores indígenas, precisávamos entender como funciona todo esse processo, de nos preparar mais, de nos qualificar mais dentro do mercado, fortalecer os nossos negócios e assim, nos fortalecer economicamente e sustentavelmente”, pontuou Sheila Juruna, empreendedora indígena.
Liberdade financeira –A Funai cedeu o espaço para a realização da capacitação e segundo Leidiane Góes, assessora etno-regional da Sepi em Altamira, a demanda sobre empreendedorismo foi um pedido dos próprios indígenas, por conta da necessidade de aprimorar e gerenciar os próprios negócios.
“Eles têm os artesanatos, vivem de agricultura com a produção de cacau, chocolate e outras atividades. Empreender é a capacidade de identificar problemas e oportunidades, incluir, gerar emprego e a participação deles em capacitações como essa contribui para essa formação social”, afirmou.
Durante a ação realizada, eles aprenderam a como melhorar e gerenciar os custos de produção, sobre mercado, para aperfeiçoar os negócios. “É isso que a gente quer, que eles comecem a ter essa liberdade financeira com o próprio negócio, com um avanço profissional. É muito importante tudo o que foi ensinado nessa palestra. A gente espera que mais capacitações como essa sejam realizadas para os indígenas, para que cada vez eles saibam o que significa empreender”, concluiu.
Empreendedorismo indígena -Ações como essa mostram que os indígenas podem e estão aptos para serem incluídos dentro do mercado, com liberdade, sem perder a valorização das tradições locais, sustentabilidade, sempre alinhados com os modos de vida das comunidades tradicionais.
“Essas atividades aproximam os indígenas da temática do empreendedorismo e mostram que eles também possuem as características empreendedoras. O nosso objetivo é manter uma grade de capacitações que os qualifiquem cada vez mais. Para nós é importante porque a gente atende cada vez mais um público plural e de cumprir a nossa missão, que é de estimular o empreendedorismo”, disse Rosiane Amorim, instrutora do Sebrae.
Além disso, a busca de informações e iniciativa, os riscos calculados, exigência de qualidade e eficiência, comprometimento, estabelecimento de metas, planejamento e monitoramento sistemático, persuasão e rede de contato, independência e autoconfiança foram alguns dos pontos desenvolvidos durante a programação.
Capital Câmara homenageia UFMA pelos 60 anos de contribuição para o desenvolvimento do Maranhão
Cidades Defesa Civil atualiza informações sobre incêndio de grande proporção registrado no Bairro Espírito Santo
Cidades Prefeitura mobiliza equipes e equipamentos para apoiar combate a incêndio de grandes proporções no bairro Espírito Santo
Marabá - PA Gestão: Comissão de Mineração acompanha operações do Projeto Salobo
São Paulo Previsão do tempo para domingo (06), em SP: dia inicia com predomínio de sol entre poucas nuvens
São Paulo Previsão do tempo para sábado (05), em SP: dia inicia com tempo quente
São Sebastião - SP São Sebastião recebe, em setembro, Torneio da Amizade de vôlei adaptado para atletas idosos
Cidades Vitória da Conquista se aproxima dos 400 mil habitantes e consolida força como polo regional em diversos setores
Caruaru - PE Agosto Lilás – Secretaria da Mulher de Caruaru impacta mais de 2 mil pessoas com ações alusivas à Lei Maria da Penha Mín. 17° Máx. 30°





