

O Museu Arqueológico do Rio Grande do Sul (Marsul), instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), reabriu ao público nesta sexta-feira (6/12). A reabertura marca a conclusão da primeira fase de um amplo projeto de requalificação do museu, incluindo melhorias estruturais e modernização dos espaços. Para o aguardado retorno do público, a instituição preparou uma nova exposição que enfatiza narrativas arqueológicas do sul.
Segundo o diretor do Marsul, Cleiton Silveira, essa reabertura é um marco para a instituição que “reabre para uma nova etapa, retomando o protagonismo da pesquisa arqueológica e resgatando o contato com a comunidade gaúcha”. Ele destacou o investimento de mais de R$ 1,7 milhão, viabilizado por meio do programa Avançar na Cultura, “um investimento no fortalecimento e na preservação do patrimônio cultural gaúcho”.
Representando a titular da Sedac, Beatriz Araujo, o diretor do Departamento de Memória e Patrimônio, Eduardo Hahn, celebrou o retorno do público ao espaço. Ele destacou que a instituição é referência nacional em pesquisa arqueológica, o que torna este momento um fato de importância nacional. “Foram anos de trabalho para que o Marsul pudesse novamente abrir suas portas ao público. É o início desse processo de recuperação completa desse complexo que vai ter continuidade nos próximos anos”, projetou.
Para a segunda fase da requalificação do Marsul, a Sedac elabora projeto para a reforma do prédio administrativo e prepara a contratação de uma nova exposição de longa duração para o museu. Além disso, firmou contrato no valor de R$ 64,7 mil para o restauro de vasos de cerâmica e um mapa antigo do Marsul, complementando as ações de preservação do acervo e infraestrutura do museu.

A prefeita de Taquara, Sirlei Silveira, participou do ato de reabertura e afirmou estar satisfeita com a soma de esforços do município com o governo do Estado para a preservação da memória do Rio Grande do Sul. “Restaurar e restabelecer a visitação do Marsul é um ganho significativo para Taquara, que é uma cidade histórica”, disse.
A exposição “Vestígios do Passado” apresenta peças inéditas de seu acervo, incluindo a reconstrução facial forense do esqueleto “Zé”, de 5 mil anos. O público poderá visitar o museu gratuitamente de terça a domingo, das 10h às 17h.
Fundado em 1966 e com sede em um edifício modernista de 1970, o Marsul é considerado referência nacional em arqueologia, abrigando um acervo de artefatos que remonta a 12 mil anos. Desde seu fechamento ao público em 2008, a instituição manteve suas atividades de pesquisa, mas agora volta a receber o público em um espaço completamente renovado.
Texto: Carlos Hammes/Ascom Sedac
Edição: Secom
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