

Em uma parceria entre a Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), e a Federação Baiana de Desportos Aquáticos (FBDA), o projeto Natação em Rede foi representado por 28 alunos entre 7 e 17 anos na I etapa do Campeonato Baiano de Águas Abertas no último sábado (3), na praia de São Tomé de Paripe. Desses, alguns atletas tiveram destaque e conseguiram bons resultados.
Com representantes nas categorias mirim, petiz, infantil e junior, os alunos conseguiram subir ao pódio sete vezes. Foram três medalhas de ouro (mirim 1 feminino, com Maryanna Silva; mirim 1 masculino, com Luis Henrique Santos; e petiz 1, com Laura Teixeira) e quatro de prata (junior feminino, com Ana Vitoria Cordeiro; infantil 1 masculino, com Fernando Soares; infantil 1 feminino, com Yasmin Pereira; e petiz 1 masculino, com Anderson Santos).

O diretor-geral da Sudesb, Vicente Neto, comenta que o projeto está evoluindo cada vez mais para a revelação de novos talentos. “Além de todo caráter de lazer comunitário presente no projeto Natação em Rede e a partir de uma solidez maior no desenvolvimento das atividades ao longo dos anos, novos talentos da natação estão sendo e serão descobertos lá, não apenas nos principais clubes do estado. A natação baiana já é de se orgulhar nacionalmente e internacionalmente. Vai melhorar com mais essa ferramenta de política pública de incentivo à prática esportiva de alto rendimento”, afirma.
Treinador dos meninos no projeto ao lado de Cláudio Peixe, Ricardo Santana destaca os bons resultados individuais no evento que marca a abertura do calendário oficial da natação baiana. Em menos de três meses, foi criado o núcleo de alto rendimento na quinta edição do Natação em Rede para que pudessem aprimorar tecnicamente e desenvolver as habilidades necessárias para disputar as competições oficiais.

Com isso, ele comemora, também, o resultado coletivo de quinto melhor clube na prova rápida. “O campeonato e esse núcleo ainda estão no começo. Estamos ainda fazendo um trabalho de base com eles no qual os resultados virão a médio e longo prazo porque, no alto rendimento, é duradouro, progressivo e permanente. Em três meses, ter estes resultados expressivos é muito importante, visto que são meninos carentes de periferia que fazem parte deste grande projeto da FBDA e da Sudesb”, pontua Ricardo.
Fonte: Ascom/Sudesb
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