

A lei nº 327/2021 institui o Programa de Aceleração da Transição Energética (PATEN). A aprovação é fruto do trabalho da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco) e de outras instituições do setor, visando promover tecnologias limpas, pesquisa, desenvolvimento e eficiência energética.
Segundo Bruno Herbert, presidente da Abesco, a lei impulsionará o desenvolvimento sustentável no país, especialmente por meio de projetos que promovam a transição energética e a inovação tecnológica. Entre as principais áreas de incentivo estão o crescimento de fontes renováveis, como energia solar, eólica e biomassa, além do desenvolvimento de combustíveis renováveis e da substituição de energias fósseis por alternativas limpas.
“A energia solar tem ganhado cada vez mais espaço nas discussões sobre sustentabilidade e inovação tecnológica”. A aprovação desta lei é um marco para o Brasil, que é considerado um dos países com maior viabilidade dessa matriz energética”, salienta Vininha F. Carvalho, ambientalista e editora da Revista Ecotour News & Negócios.
Segundo dados da Associação Brasileira de Comercializadoras de Energia Elétrica (Abraceel), mais de sete mil empresas conectadas à média e alta tensão já migraram para o mercado livre de energia entre janeiro e abril de 2024. Esse fenômeno é motivado, principalmente, pela possibilidade de economizar até 40% na conta de energia. Mas o mercado livre de energia tem outro chamariz que tem atraído às empresas: a possibilidade de reduzir as emissões de CO2, que pode equivaler ao plantio de milhares de árvores.
De acordo com o sócio-fundador da Tyr Energia, Eduardo Miranda, o mercado livre de energia é a porta de entrada para uma revolução na maneira de utilizar a energia elétrica. Ele cita exemplos de locais como o Texas, nos Estados Unidos. Graças a um mercado livre de energia bem desenvolvido e regulamentado, o estado americano tem conseguido direcionar sua economia para reduções significativas de emissões e criar um ambiente de inovação tecnológica que é hoje visto como uma referência global.
“A crescente adoção de energias renováveis deverá continuar a diversificar a matriz energética brasileira e reduzir emissões de gases de efeito estufa. No futuro o mercado livre de energia poderá ser a norma, não a exceção, favorecendo a preservação do meio ambiente, a economia e a sociedade”, finaliza Vininha F . Carvalho.
Economia Brasileiros consideram cidades menores em busca de qualidade
Economia Brasileiros trocam imóveis por franquias nos Estados Unidos
Economia ADCE Brasil abre inscrições para 13º Congresso UNIAPAC
Economia Edifício Clér inaugura nova fase da Barbara na incorporação
Economia Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior Economia ClickLivre é indicada ao Prêmio Reclame AQUI 2026 Empresa mineira de energia por assinatura concorre ao prêmio com base na avaliação de atendimento feita pelos próprios clientes Mín. 18° Máx. 29°





