

O mercado financeiro brasileiro terá, a partir de 2025, uma mudança: a introdução da duplicata escritural. Trata-se de um título eletrônico criado para formalizar relações comerciais entre empresas e fornecedores, como antecipações de recebíveis (antecipação de valores que receberia no futuro) e alongamento de pagamentos (extensão de prazo para quitar uma obrigação financeira).
A medida está prevista pela Lei nº 13.775/2018 e, em novembro de 2024, o Banco Central (BC) aprovou a Convenção de Duplicatas Escriturais, um conjunto de regras e procedimentos a serem seguidos pelas empresas.
Como explica Edson Silva, fundador e presidente da Nexxera, a novidade busca reforçar a segurança das operações feitas no modelo tradicional, simplificando o operacional e mitigando o risco de fraudes
“A partir da obrigatoriedade, os títulos e notas fiscais deverão ser digitalizados e validados por registradoras homologadas pelo BC. Com isso, as empresas e financiadores se resguardam de eventuais riscos, como a duplicidade de títulos, fraudes e erros administrativos”, diz Silva. A Nexxera, empresa que ele representa, busca proporcionar a seus clientes a participação de um ecossistema financeiro inteligente, e já oferece o pré-registro gratuito das notas fiscais aos seus usuários, com apoio de registradoras e demais parceiros estratégicos.
Além de conferir maior segurança e confiabilidade às operações, a digitalização das duplicatas reduz custos operacionais e oferece maior liquidez ao mercado, com taxas de juros mais competitivas. No entanto, a adequação pode exigir investimentos em sistemas e treinamento, explica Silva.
O cronograma estipulado pelo Banco Central divide as empresas de acordo com o seu faturamento. Para grandes empresas (faturamento anual superior a R$ 300 milhões), o prazo de adequação é de 180 dias.
Já as médias (acima de R$4,8 milhões e não superior a R$300 milhões de faturamento) e pequenas empresas (de R$ 360 mil a menos de R$ 4,8 milhões) têm 360 e 540 dias, respectivamente, para adotarem a duplicata escritural.
De acordo com publicação da IstoÉ, o prazo é contado a partir do momento em que ao menos duas registradoras estiverem com operações homologadas pelo BC, o que deve ocorrer no fim do ano.
“Em novembro de 2025, estará em andamento a fase final dos desenvolvimentos do sistema e será dado início aos testes homologatórios. As empresas que não se adequarem dentro do prazo estipulado pelo Banco Central podem ter impacto negativo no relacionamento com os bancos, dificultando operações financeiras como o crédito. Também serão aplicadas sanções legais a quem não estiver em conformidade”, alerta Silva.
“É importante salientar que, mesmo com o prazo previsto para início em novembro, as empresas devem se preparar e, quanto mais cedo, melhor. O registro das notas influencia tanto na organização financeira da empresa quanto no acesso a crédito”, acrescenta.
Para saber mais sobre as soluções da Nexxera, basta acessar: https://www.nexxera.com/
Economia Black Friday: comprador decide cedo e vendedor precisa agir
Economia Visto americano: abrir redes sociais é indicado no turismo
Economia Solar Coca-Cola leva educação a dependentes de colaboradores
Economia J&T Express investe R$ 75 milhões em novo centro logístico
Economia Expansão de grandes redes no Brasil impulsiona strip malls Economia Robôs Humanoides da YYForce Serão Treinados Como Camareiros no Novotel Hotel A operação conta com 20 sistemas vestíveis de coleta de dados para registrar tarefas reais de limpeza, impulsionando o aprendizado e o desenvolvimento da IA física dos robôs
Economia 99Food chega a Belém e amplia opções de delivery Economia Fortrea Finaliza Aquisição da Divisão de Serviços em Fase Inicial da Worldwide Clinical Trials Esta incorporação amplia a rede Fortrea de desenvolvimento clínico inicial, agregando exclusivos recursos bioanalíticos, maior capacidade em unidades de pesquisa clínica e plataforma mais integrada para o cliente
Economia INDSH vence licitação para gerir Centro de Autismo no PR Mín. 15° Máx. 28°





