

Em operação conjunta deflagrada nesta quarta-feira,12, o Ministério Público, o Instituto Tecnológico de Pesquisas de Sergipe (ITPS), o Procon/SE e a Polícia Civil estão fiscalizando seis postos de combustíveis localizados em Aracaju. O objetivo da ação integrada, que acontece em alusão ao Dia do Consumidor, celebrado no próximo dia 15 de março, é atestar a qualidade dos combustíveis e a volumetria, que avalia se a quantidade comprada do produto é a efetivamente abastecida no tanque do veículo. Para esta fiscalização, que ocorre durante todo o dia, as equipes de Sergipe contam com o auxílio de servidores de São Paulo, que estão verificando se há fraudes nas placas eletrônicas das bombas, prática comum em outros estados e que interfere no trabalho dos órgãos de defesa do consumidor.
Para a execução desta operação, a promotora Euza Missano contextualizou que os postos de combustíveis visitados nesta quarta-feira foram selecionados por amostragem. “Fizemos a escolha de forma aleatória, sem denúncia específica. É uma ação importante para que o consumidor esteja pagando exatamente aquilo que está adquirindo e que está sendo colocado no tanque de combustível do seu veículo, que é o objetivo do MP junto com os órgãos de controle”, destacou.
Nesta fiscalização, os órgãos envolvidos na operação estão contando com a participação de peritos de São Paulo, onde há identificação de fraudes mais robustas, conforme relatou o diretor presidente do ITPS, Kaká Andrade. “São Paulo tem uma expertise muito grande, e tem encontrado fraudes eletrônicas na volumetria. Nessa adulteração, o visor da bomba exibe uma quantidade maior do que realmente está sendo abastecido. Então, o nosso objetivo é garantir a segurança do consumidor”, explicou.
Além da verificação da qualidade do combustível e da volumetria, a fiscalização também está verificando a precificação e práticas relativas à aquisição do produto pelos postos de combustíveis, assim como detalhou o diretor do Procon/SE, Artur Santana.
“Estamos verificando notas de entrada e de saída, para verificar se houve aumento injustificado de preços. Se houver irregularidade, o posto terá um prazo de dez dias. Mediante a resposta, pode ser instaurado procedimento administrativo e até multa pecuniária”, detalhou.
Caso haja identificação de crime contra o consumidor, a Polícia Civil, que apoia os órgãos de fiscalização na operação, tem o papel de instaurar o procedimento policial para apuração dos fatos. “O nosso papel é juntar elementos para que o Poder Judiciário e o Ministério Público consigam instrumentalizar o procedimento e responsabilizar àqueles que comentam o ilícito. Mas, o nosso desejo é que não haja o ilícito, pois teremos a certeza de que o consumidor está sendo respeitado”, concluiu a delegada Georlize Teles.




Cidades Cerimônia oficial de tombamento do Cristo como patrimônio histórico de Vitória da Conquista será nesta segunda-feira, 17
São Paulo Defesa Civil alerta para baixa umidade do ar em regiões do interior de SP
São Paulo Veja por que pacientes com hipotireoidismo apresentam apneia do sono com maior frequência e gravidade
Geral Mega-sena acumula para R$ 45 milhões; confira os números
São Paulo Leishmaniose: entenda o que é a doença e como se proteger do quadro
Cuiabá - MT Limpurb retira lixo e vegetação de córrego no bairro Araés
São Paulo Saiba mais sobre o Guia de Jornada que orienta candidatos sobre etapas do vestibular para ingresso na USP
Cidades Cerimônia oficial de tombamento do Cristo como patrimônio histórico de Vitória da Conquista será nesta segunda-feira, 15
São Paulo Agosto Lilás: oficina sobre empreendedorismo feminino tem inscrições abertas Mín. 16° Máx. 30°





