

Realizada de 28 a 30 de março, dentro da programação do Campão Cultural, a terceira edição da Feira da Música foi sucesso de público e movimentou a cena cultural da cidade. O evento, realizado no Centro Cultural José Octávio Guizzo e com shows em bares da capital, consolida-se como um importante hub de conexões, aprendizado e entretenimento, reunindo palestras, showcases e uma programação noturna repleta de atrações musicais.
Com entrada gratuita, a Feira da Música do Campão é conhecida por sua programação eclética, que abrange desde debates e palestras sobre o cenário musical até showcases que revelam novos talentos. Durante o dia, o público participou de atividades como painéis, oficinas e rodas de conversa com profissionais da indústria musical, discutindo temas como produção, distribuição, direitos autorais e tendências do mercado. Já à noite, o evento ganhou um clima de festa, com shows que agradaram a todos os gostos.
Um dos organizadores da Feira e gerente de Difusão Cultural da Fundação de Cultura de MS, Vitor Maia, afirmou que a adesão do público foi muito boa: “Foram três dias de muitas atividades, com palestras, painéis, oficinas, showcases no Centro Cultural e em bares e casas noturnas da cidade a programação de shows, todos os dias, todas as casas noturnas com grande público, e tivemos uma adesão muito boa nas palestras e painéis”.
A maioria do público das palestras foi formado por profissionais da música. “Nas palestras e painéis compareceu um público da área da música mesmo, artistas, produtores, managers, mas nos showscases foram os públicos das palestras e na programação noturna foi o público em geral, que já era frequentador dos espaços da programação”.



Para Vitor Maia, a Feira da Música evoluiu muito nestas três edições. “Eu acho que a Feira da Música foi evoluindo sim, nestas três edições, teve um público muito bom, eu acho que ela se tornou mais assertiva. Este ano a gente conseguiu bastante troca com o pessoal do Paraguai, veio uma delegação de lá, também com o pessoal do Mato Grosso. A Feira está mais assertiva no sentido do que é a intenção dela que é de criar conexões. Com certeza vai se manter a parceria com o pessoal que já vinha sendo feita, com o pessoal do Paraguai, do G5 Conexiones, que é um pessoal que realiza diversos eventos lá, já tem artistas de Mato Grosso do Sul tocando nos eventos deles lá, indiretamente eu creio que tenha sido o resultado das outras edições. A gente vai manter contato também com o pessoal do Mato Grosso que realiza bastante evento lá, a Feira reforçou esses laços”.
A Feira da Música do Campão foi um sucesso de público. “A programação noturna, todos os shows com casa lotada, e uma boa adesão nas palestras também. Foi muito bom ter tido esta adesão boa de público porque consolidou esta terceira edição e possivelmente na quarta edição a gente vai buscar fazê-la independente do Festival Campão Cultural porque o Festival é uma coisa muito grande, é um evento de geralmente uma semana inteira, e a Feira, sendo um evento dentro de outro evento, acaba ficando meio diluída ali. Funcionou muito bem nessas três edições dentro do Campão, mas eu acho que a programação acaba ficando um pouco diluída dentro de uma programação muito grande, que é a do Campão”, finaliza Vitor.
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