

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa), em parceria com o Ministério da Saúde e universidades, realiza nesta terça e quarta-feira (09 e 10) um encontro com profissionais de saúde para de fomentar a reflexão sobre masculinidades, interromper o ciclo de violência de gênero e garantir a ampliação do cuidado no Sistema Único de Saúde (SUS). Mais de 130 pessoas participam do evento, em Curitiba.
O curso “O Cuidado à Saúde do Homem em Contexto de Violência e Proteção de Meninas e Mulheres na Atenção Primária à Saúde (APS)” é voltado às equipes de saúde que atuam na APS de municípios do Paraná e nas Regionais de Saúde, que apoiam técnica e institucionalmente as secretarias municipais de Saúde. Ele tem como objetivo fortalecer práticas das diretrizes da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH).
“Fortalecer o cuidado à saúde do homem auxilia a construção de uma rede de atenção mais humana, inclusiva e responsável no SUS. A violência de gênero é também um problema de saúde pública, e enfrentá-la exige diálogo, formação e atuação integrada das equipes de saúde”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Durante os dois dias, os profissionais são convidados a refletir sobre suas próprias percepções e crenças relacionadas à violência contra meninas e mulheres, analisando suas causas e implicações. A proposta também busca enfatizar as ações transversais de prevenção e enfrentamento da violência contra meninas e mulheres, além de qualificar a oferta de atenção integral à saúde dos homens.
Dentre os assuntos abordados estão a construção social das masculinidades e a violência enquanto problema de saúde; o cuidado à saúde do homem envolvido em contextos de violência na Atenção Primária de Saúde e a saúde mental dos homens e suas relações com a violência.
Elaine Cristina Vieira, coordenadora de Promoção da Saúde da Sesa, explica que um dos pontos em destaque é a promoção da qualificação das equipes de saúde e o fortalecimento da Atenção Primária para a escuta qualificada, a integração com a rede nos territórios e a problematização da relação entre masculinidades e violências como um problema social da violência de gênero.
“A perspectiva é que os trabalhadores da saúde atuem como agentes de reflexão e transformação social, valorizando seu papel como protagonista do SUS nesse processo, bem como reconhecendo a participação da saúde na rede intersetorial de proteção e garantia de direitos”, destaca.
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