

O informe está disponível no site da FVS-RCP – www.fvs.am.gov.br

FOTO: Jaqueline Vieira/FVS-RCP
A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), divulga, nesta quarta – feira (05/11), o informe epidemiológico de esporotricose humana e animal, uma infecção subcutânea causada por fungos do gênero Sporothrix.
Esporotricose humana
Entre 1º de janeiro e 31 de outubro, foram notificados 2.112 casos de esporotricose humana no Amazonas, dos quais 1.635 confirmados e 206 seguem em investigação. O informe registra um óbito.
Os casos confirmados correspondem a pessoas residentes em Manaus (1.529), Presidente Figueiredo (34), Barcelos (27), Iranduba (12), Rio Preto da Eva (8), Maués (7), Manacapuru (5), Itacoatiara (4).
Esporotricose animal
No Amazonas, de 1º de janeiro a 31 de outubro, foram notificados 4.290 casos de esporotricose animal, sendo 4.052 confirmados e 2.090 em tratamento. Foram registradas 1.937 eutanásias/óbitos. A maior quantidade de animais é de gatos (97,5%), seguidos de cães (2,5%). Os animais envolvidos são, em maioria (65,7%), machos.
Grupo técnico
No Amazonas, o enfrentamento da esporotricose conta com um Grupo de Trabalho responsável pelo monitoramento da doença no estado. O grupo é composto por órgãos especializados, entre eles FVS-RCP, Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), Fundação Hospital Alfredo da Matta (Fuham), Secretaria de Estado de Proteção Animal (SEPET), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) de Manaus e o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Amazonas (CRMV-AM).
Sobre a esporotricose
A esporotricose é uma infecção causada por fungos do gênero Sporothrix, presentes de forma natural no solo, nas cascas de árvores e na vegetação em decomposição. Esse fungo pode infectar humanos, gatos, cães e outros mamíferos.
A transmissão para seres humanos ocorre quando o fungo entra em contato com a pele ou mucosas, geralmente por meio de ferimentos causados por espinhos, lascas de madeira ou palha que estiveram em contato com vegetais contaminados. Caso haja suspeita de esporotricose em humanos, é fundamental buscar atendimento médico imediatamente.
Os animais também podem ser transmissores da doença, passando o fungo para humanos e outros animais por arranhaduras, mordeduras, lambeduras ou pelo contato com secreções respiratórias e lesões cutâneas ou nas mucosas.
Para prevenir a infecção, recomenda-se que cães e gatos não circularem nas ruas sem supervisão. Isso reduz o risco de exposição ao fungo. Se houver suspeita de esporotricose em animais, é crucial levá-los ao veterinário com urgência.
O informe epidemiológico está disponível no site da FVS-RCP (www.fvs.am.gov.br), com dados sobre esporotricose humana e animal notificados ao órgão. A publicação é atualizada mensalmente.
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