

O Hemocentro de Sergipe (Hemose), unidade gerida pela Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), realizou nesta terça-feira, 25, uma celebração especial em homenagem ao Dia Nacional do Doador de Sangue. O evento reuniu doadores, servidores e representantes de grupos de vários municípios sergipanos, que contribuem para a manutenção dos estoques da unidade. Durante a solenidade, foram entregues troféus e certificados a doadores e parceiros, em reconhecimento àqueles que fazem parte da história e do fortalecimento contínuo do hemocentro.
A superintendente do Hemose, Fernanda Kelly Fraga, destacou que a doação voluntária é um ato de amor que salva vidas e não possui substituto. “O hemocentro abastece mais de 37 unidades de saúde do estado e só consegue manter a regularidade do estoque graças ao compromisso dos grupos, associações e mobilizadores que atuam ao longo dos anos”, afirmou.
O diretor-geral da Fundação de Saúde Parreiras Horta, Charles Leal, também agradeceu aos voluntários. "O Hemose é fruto da contribuição diária dos doadores. A transfusão de sangue só é possível porque existe uma rede disposta a ajudar o próximo”, enfatizou.
No evento, a gerente de Captação, Rozeli Dantas, agradeceu pelo empenho dos doadores e líderes de campanhas. “Toda a equipe do Hemose, da portaria à coleta, merece reconhecimento. Agradeço também a presença constante de cada voluntário”, ressaltou.
Doadores
O doador Bruno Santos Andrade, cabeleireiro do município de Capela, região leste do estado, contou que começou a doar em 2023, incentivado por amigos. “Saber que posso ajudar pessoas conhecidas ou não é motivo de alegria e gratidão. Fico muito feliz em poder contribuir com esse gesto de solidariedade”, relatou.
Já o doador David Martin Mendonça, do município de Nossa Senhora do Socorro, na Grande Aracaju, destacou que iniciou sua trajetória aos 18 anos e que, recentemente, passou a doar por aférese após se interessar pelo procedimento. “Com a saúde em dia, qualquer pessoa pode contribuir e ajudar ainda mais o próximo”, afirmou.
Cynthia Fernanda Santos do Carmo, de São Cristóvão, município da Grande Aracaju, acumula 75 doações desde os 19 anos. “Comecei a doar por incentivo da igreja e hoje estímulo estudantes e colegas a seguirem o mesmo caminho. Doar sangue é um gesto que não se vende, se oferece. Saber que ajudei a salvar vidas é uma grande satisfação”, declarou.
Mais do que celebrar o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue, o evento enfatizou a importância da solidariedade contínua, reforçando que cada gesto de doação sustenta a esperança de milhares de pacientes atendidos diariamente. A celebração também renovou o compromisso coletivo de fortalecer a cultura da doação, incentivando que mais pessoas se engajem nessa missão essencial para a saúde pública.











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