

A segunda turma do curso BRICS+ Summer School (Escola de Verão) foi aberta, nesta semana, na Sala dos Conselhos da Reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA), no Canela, em Salvador. Serão 20 dias de atividades com a participação de jovens universitários de países como Brasil, Rússia, China, África do Sul e Moçambique. O projeto internacional é desenvolvido pela UFBA, com o apoio da Secretaria de Turismo do Estado (Setur-BA).
O curso intensivo promove o intercâmbio acadêmico, cultural e turístico em sintonia com o grupo BRICS+, formado pelas nações de economias emergentes. Ele inclui visitas guiadas a pontos atrativos e experiências imersivas na capital baiana.
“Para o Governo do Estado, é uma grande alegria receber jovens de diversas nacionalidades e apoiar um projeto de tamanha relevância, que inclui o turismo. A Bahia se destaca no cenário nacional e internacional, como referência na atividade turística, e os participantes do curso terão contato com uma parte deste grande potencial, que irá funcionar também como uma promoção do destino”, declarou a chefe de gabinete da Setur-BA, Giulliana Brito.
Entre os conteúdos abordados, estão desenvolvimento sustentável, política externa, governança internacional de inteligência artificial, a história da cooperação BRICS+ e roteiros turísticos. “É uma experiência rica, que permite discutir temas importantes da conjuntura mundial, direitos humanos e sustentabilidade, mas também cooperação, turismo e cultura. Por isso, o apoio da Setur-BA é fundamental”, explicou o coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas da UFBA sobre o BRICS+, Jonnas Vasconcelos.
“Quem vem à Bahia sempre quer voltar. Usar isso como vitrine, não só para a universidade, como para o estado, mostra que a gente não tem apenas beleza natural. Temos riqueza cultural, acadêmica e científica e isso tudo também atrai pessoas”, destacou a professora do Núcleo, Maria Paula Couto.
Para o universitário de Moçambique, Tuboi Bernardo Chauque, "participar do curso é interessante, porque temos a oportunidade de trocar experiências com professores renomados e com pessoas de vários lugares do mundo, na Bahia, o que deixa a viagem muito mais interessante".
“Estar na Escola de Verão é importante, considerando o cenário geopolítico atual. Em relação à Bahia, sinto que já pertenço a este lugar”, completou a estudante Siviwe Mboyana, da África do Sul.
Fonte
Ascom/Setur-BA
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