

O governo do Acre, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), reforça seu compromisso com a sanidade vegetal ao participar do 2º Curso de Emergência Fitossanitária sobre Monilíase do Cacaueiro e do Cupuaçuzeiro, realizado de terça-feira, 24, a sexta-feira, 27, em Ilhéus (BA).
Representando o Acre, a engenheira agrônoma e coordenadora das ações de combate e erradicação da monilíase na Regional do Juruá do Idaf, Maísa Bravin, participa da capacitação, promovida pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que reúne engenheiros agrônomos, técnicos, gerentes territoriais de defesa sanitária vegetal e auditores fiscais federais agropecuários de diversas regiões do país, fortalecendo a integração interestadual e o alinhamento das ações de defesa fitossanitária no Brasil.
O curso tem como objetivo fortalecer a capacidade técnica de resposta e vigilância frente à monilíase, abordando temas como identificação da doença, métodos de controle, educação sanitária, procedimentos de atendimento a suspeitas e ocorrências de foco, além da elaboração e execução de planos de ação emergencial e de contingência, comunicação de risco e aplicação dos protocolos oficiais ao Mapa.

Na etapa prática, os participantes realizam exercícios simulados com cenários hipotéticos de introdução e disseminação da praga, envolvendo áreas de produção comercial, cultivos de fundo de quintal, trânsito e comércio de amêndoas e produção de mudas, estratégias que o Acre já executa desde 2021, quando foi registrado o primeiro caso da doença no país.
Atualmente, apenas a regional do Juruá, que abrange os municípios de Cruzeiro do Sul, Rodrigues Alves e Mâncio Lima, permanece em situação de emergência fitossanitária. O governo do Estado mantém monitoramento permanente nas demais regionais, garantindo preparo técnico para atuação imediata, caso haja registro de novos focos.

Para Maísa Bravin, a participação no curso representa um avanço estratégico para o estado: “A troca de experiências com outras agências de defesa é fundamental para alinharmos ações e fortalecermos o trabalho junto aos produtores. Precisamos estar cada vez mais preparados para conviver com a doença e reduzir seus impactos”.
A engenheira também ressalta o reconhecimento nacional do trabalho desenvolvido no Acre. “É muito positivo saber que outros estados têm como modelo as ações que o Idaf executa em campo, principalmente quando reconhecem o trabalho eficaz que realizamos há cinco anos na contenção da doença. Graças a esse esforço contínuo, a praga não avançou para outros municípios”, afirma.

O Acre tem se consolidado como referência nacional nas ações de vigilância e controle da monilíase, com monitoramento contínuo das áreas produtoras e intensificação das atividades educativas. A qualificação constante das equipes técnicas reafirma o compromisso do governo do Estado com a proteção da cacauicultura e da cultura do cupuaçu, cadeias produtivas estratégicas para a economia acreana.
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