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Sema visita viveiros no Extremo Sul para fortalecer política de recomposição florestal

A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) realizou nos dias 25 e 26 de fevereiro uma visita técnica aos municípios de Teixeira de Freitas e Porto Seguro...

27/02/2026 às 12h12
Por: Redação Fonte: Secom Bahia
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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) realizou nos dias 25 e 26 de fevereiro uma visita técnica aos municípios de Teixeira de Freitas e Porto Seguro, no Extremo Sul da Bahia, com objetivo de trocar experiências e avançar nas tratativas de fomento para recomposição florestal no estado, com ênfase na construção e gestão de viveiros de mudas nativas.

A equipe da Sema esteve em dois viveiros na região, Programa Arboretum e Symbiosis, para conhecer práticas e tecnologias que possam ser adaptadas e aplicadas aos projetos da secretaria e à produção de mudas florestais.

Segundo Hans Neto, diretor de programas e projetos da Sema, a visita técnica contribuiu para formulação de um futuro instrumento de fomento para a construção e operação de viveiros em diversos territórios da Bahia.

“A visita também faz parte dos esforços para estruturar viveiros ao longo do território baiano, contemplando diferentes biomas, como Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga e fornecer suporte técnico aos programas ambientais estaduais, como Replantar e Planta Bahia”, destacou.

Um dos pontos visitados pela equipe foi o Arboretum, programa interinstitucional que articula atores da pesquisa, normatização e extensão, atuando de forma integrada ao longo de toda a cadeia da restauração florestal, e conta com uma rede de viveiros e núcleos de produção de mudas em comunidades rurais tradicionais, além de um viveiro central e apoio técnico para coleta de sementes e plantios florestais nativos.

Para Guido Brasileiro, coordenador técnico da Superintendência de Inovação e Desenvolvimento Ambiental (SIDA) da Sema, a visita possibilitou observar e entender as inovações na área.

“Durante a visita, foi possível observar de perto como o programa estrutura a produção de mudas nativas, faz análises laboratoriais e oferece suporte técnico às comunidades participantes, aspectos que servem de referência para o fortalecimento das ações planejadas e para a elaboração de um termo de referência mais atual”, pontuou.

Fonte

Ascom/Sema

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