

Depois de meses de passos, arrasta-pés e muita interação, a segunda edição da Oficina Forrozear chegou ao fim nesta sexta-feira (28), em uma tarde marcada por dança, alegria e integração entre servidores municipais. A atividade foi realizada no Salão de Eventos do Centro de Convivência do Idoso (CCI) e marcou a culminância de uma iniciativa que começou no final de maio e transformou a dança em uma ferramenta de cuidado e bem-estar no ambiente de trabalho.

Promovida pela Secretaria Municipal de Gestão e Inovação (Semgi), por meio do Núcleo de Atenção à Saúde e Segurança no Trabalho (Nast), em parceria com os Núcleos de Psicologia e Educação Física, a oficina foi criada para incentivar hábitos saudáveis, o movimento e a convivência entre os servidores. Durante os encontros, o forró se tornou também um espaço para desacelerar da rotina, conhecer novos colegas e cuidar da saúde física e emocional.
Responsável pelas aulas, o psicólogo do Nast, Hernandes de Amorim Mendonça, destacou que a experiência tem mostrado como a dança pode contribuir para aproximar as pessoas e fortalecer o cuidado integral com os servidores. “Nós estamos finalizando a segunda turma dessa oficina Forrozear e é muito bom perceber que nossos alunos alunos são professores, são servidores, e esses servidores se empenham também a aprender algo novo”, afirmou.

Hernandes de Amorim
Para Hernandes, a proposta está diretamente ligada ao trabalho desenvolvido pelo Nast, que busca olhar para o servidor para além dos aspectos físicos. “A dança aproxima as pessoas, integra e está muito voltada à prática do próprio Nast, que é justamente ter esse cuidado não somente físico, mas também mental e emocional dessas pessoas”, explicou.
A servidora Juciara Dias, analista de processos digitais da Secretaria Municipal de Finanças (Sefin), participou pela segunda vez da oficina e conta que a experiência já faz parte da sua rotina de uma maneira especial. Para ela, o Forrozear funciona como uma pausa necessária diante dos desafios do dia a dia. “Eu estou na minha segunda edição, e é maravilhoso, porque não trabalha só com o nosso corpo, trabalha também com a nossa mente. Isso aqui é uma verdadeira terapia”, relatou.
Juciara também ressaltou a interação proporcionada pela atividade. Segundo ela, depois de um dia de trabalho, encontrar os colegas, dançar e ajudar uns aos outros faz diferença no bem-estar. “Você chega aqui, encontra os colegas, esquece de tudo, movimenta o corpo, mas também movimenta com a alegria”, contou.
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