

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e a Escola de Saúde Pública de Sergipe (ESP-SE), iniciou, nesta segunda-feira, 6, uma Capacitação no Manejo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Hanseníase. A ação teve como objetivo qualificar profissionais da Atenção Primária à Saúde para o acompanhamento mais eficiente dos casos da doença, reforçando a importância do diagnóstico precoce e da prevenção de sequelas.
A iniciativa reuniu profissionais de diversas regiões do estado, fortalecendo a rede de atenção e estimulando a troca de experiências entre os participantes. O público-alvo foi composto por médicos, enfermeiros e fisioterapeutas da Atenção Primária à Saúde.
Segundo a referência técnica em hanseníase da SES, Fátima Dias, a qualificação é essencial para que os profissionais da ponta consigam identificar os primeiros sinais da doença. “O foco é capacitar para o diagnóstico, o tratamento e a avaliação neurológica simplificada. É fundamental que os profissionais consigam suspeitar da hanseníase ainda na fase inicial, evitando sequelas e reduzindo a necessidade de deslocamentos para serviços especializados”, explicou.
O médico dermatologista e palestrante Roberto Fernandes destacou a importância da atualização contínua dos profissionais. “A hanseníase ainda é uma doença presente nas comunidades e com muitos casos subnotificados. Por isso, capacitações como essa são essenciais para que médicos e enfermeiros estejam preparados para reconhecer os sinais e diagnosticar precocemente, evitando complicações e incapacidades físicas”, ressaltou.
Para o médico da Atenção Primária do município de Pirambu, Aderson Primo, a oficina contribui diretamente para o fortalecimento da assistência à população. “Participar de momentos como esse nos ajuda a aprimorar o olhar clínico e garantir um atendimento mais acolhedor e assertivo. Muitas pessoas chegam ao posto achando que é apenas uma mancha de pele, sem imaginar que pode se tratar de hanseníase. Quando estamos capacitados, conseguimos identificar e tratar precocemente, evitando agravamentos”, afirmou.








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