

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e da Escola de Saúde Pública de Sergipe (Esp/SE), realizou nesta terça-feira, 18, mais uma edição do ‘Colegiado Ampliado de Segurança do Paciente e Controle de Infecção’. O encontro, que acontece duas vezes ao ano, reúne representantes dos Núcleos de Segurança do Paciente (NSP), das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), gestores de hospitais públicos e privados, além dos serviços de hemodiálise.
O objetivo principal é promover uma construção conjunta entre diferentes atores, garantindo alinhamento técnico e troca de experiências sobre temas considerados prioritários para a assistência em saúde. Nesta edição, os profissionais discutiram estratégias de identificação e contenção de surtos, a importância da notificação em tempo hábil e mecanismos para estimular as equipes a comunicarem eventos adversos.
De acordo com a gerente da Coordenação Estadual de Segurança do Paciente e Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde, Hellen Cristiane Araújo, o encontro representa um espaço estratégico para alinhamento e fortalecimento das práticas de cuidado seguro no estado.
“Este é o segundo colegiado do ano, um momento importante de partilha e discussão. Os temas são escolhidos pelos hospitais, pelas Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) e pelos Núcleos de Segurança do Paciente (NSP). Hoje, estamos debatendo a identificação de surtos dentro dos hospitais, a importância da notificação em tempo oportuno e as ações necessárias para o enfrentamento”, destacou.
A enfermeira Luciana Bontempo, que integra o Núcleo de Segurança do Paciente da Maternidade Lourdes Nogueira, reforçou a relevância da participação no encontro. “O colegiado funciona como um ambiente de vivência e aprendizagem coletiva. A troca de experiências entre hospitais de perfis distintos gera oportunidades de melhoria que podem ser aplicadas conforme a realidade de cada serviço”, avaliou.
Representando o maior hospital público de Sergipe, a enfermeira Júlian Albuquerque, do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse), ressaltou a importância da capacitação. “O volume de dados e informações do dia a dia exige organização e clareza, e o curso ajuda a direcionar o trabalho, reforçando a relevância das notificações e oferecendo caminhos mais eficazes para lidar com surtos e microrganismos. Monitorar mensalmente os indicadores facilita a identificação precoce de surtos e torna o enfrentamento mais rápido e organizado”, afirmou.




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