

A Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), equipamento da Secretaria de Estado da Saúde (SES), trabalha com uma equipe multiprofissional para prestar atendimento de excelência às gestantes e parturientes de alto risco, e, principalmente, aos bebês prematuros. A equipe de Fisioterapia da unidade é essencial para o desenvolvimento do tratamento tanto dos bebês do Complexo Neonatal como das crianças atendidas no Ambulatório de Seguimento do Recém–nascido de Alto Risco Maria Creuza de Brito Figueiredo, antigo Follow-up.
O trabalho realizado com os bebês prematuros é de imensa importância para o desenvolvimento, pois esses bebês têm necessidades muito específicas por conta da imaturidade dos seus órgãos e sistemas. “Atuamos desde a promoção do progresso motor até o apoio respiratório, auxiliando com técnicas de higiene brônquica, manobras de reexpansão pulmonar e estratégias para melhorar a oxigenação. A atuação do fisioterapeuta ajuda a reduzir complicações respiratórias, prevenir deformidades e complicações musculoesqueléticas, favorece o desenvolvimento neurológico e ajuda a reduzir o tempo de internação”, explicou a referência técnica de Fisioterapia na MNSL, Mirelle Santos Brito.
No Complexo Neonatal, que engloba a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (Utin) e a Ala do Método Canguru (Ala Verde), há 43 fisioterapeutas trabalhando e mais quatro fisioterapeutas para as crianças que nasceram na MNSL e continuam o tratamento até os dois anos no Ambulatório de Seguimento.
Segundo Mirelle existem diferenças nos procedimentos realizados na Utin e na Ala Canguru porque o perfil dos pacientes é diferente. Na Utin, os pacientes são mais graves e estão em sua maioria em uso de suporte ventilatório. “A atuação do fisioterapeuta tem como foco o suporte vital, a estabilização clínica e a prevenção de complicações respiratórias e musculoesqueléticas”, informou.
Já na Ala Verde, onde acontece a segunda etapa do Método Canguru, além dos cuidados com o quadro respiratório do bebê, o foco é mais voltado para estímulo ao desenvolvimento motor e sensorial, vínculo familiar e orientação para o cuidado em casa, além dos cuidados com a amamentação.
No Ambulatório, o fisioterapeuta visa garantir que o bebê prematuro ou de risco alcance o máximo do seu potencial motor, respiratório e funcional, além de apoiar a família no cuidado diário. “O fisioterapeuta integra uma equipe multiprofissional e atua monitorando o crescimento, desenvolvimento motor, sensorial e respiratório, acompanhando e guiando os marcos no desenvolvimento”, esclareceu Mirelle.
Qualidade na assistência
Cynthia Krislayne Gomes, 27, já é mãe de Nicolas Bernardo, 7, e teve as gêmeas Maria Helena e Pétala Maria prematuras de 30 semanas. “As meninas ficaram na Utin e depois viemos para a Ala Verde há cerca de 15 dias. Eu acompanho todos os procedimentos realizados nelas e o trabalho das fisioterapeutas é muito bom. As minhas filhas já melhoraram bastante. Elas tinham reflexo do susto, qualquer barulhinho elas se assustavam muito e, agora, até mamando melhor elas estão”, enfatizou.
A mãe de Cynthia fez questão de acrescentar que a maternidade tem uma ótima qualidade. “Todos aqui são muito prestativos, desde o pessoal da limpeza até a equipe médica, passando pelas enfermeiras, fisioterapeutas e fonoaudiólogas. São pessoas e profissionais maravilhosos, quem não conhece nem imagina que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferta um serviço tão bom”, elogiou Cleide Martins.







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